Blockchain empowers social resistance and terrorism through decentralized autonomous organizations [Recurso eletrónico] / Armin Krishnan
In: Journal of Strategic Security.ISSN 1944-0472. Vol. 13, n. 1 (2020) , p. 41-58Idioma: Inglês.Assunto: ORGANIZAÇÃO TERRORISTA | INTERNET | TECNOLOGIA | MOEDA VIRTUAL Resumo: A internet operou sérias mudanças no modo como se organizaram os movimentos revolucionários, a resistência social e os grupos terroristas, estes últimos com novas características, como é o caso da organização de redes incoerentes, guerras de redes, campanhas de meios de comunicação social e ataques de lobos solitários. O presente artigo discute a tecnologia blockchain (ou distributed ledger technology), a qual atingirá um maior alcance no que respeita à organização da resistência à autoridade. Organizado em três partes, o artigo começa por referir as características da moeda virtual e a sua relação com o crime e o terrorismo; na segunda parte, descreve-se o conceito de organizações autónomas descentralizadas, sendo a este nível a wikileaks um excelente exemplo de organização de resistência social, apontando-se formas inovadoras de mercados ilícitos descentralizados; na terceira e última parte, são abordadas as regulações de natureza governamental.| Item type | Current location | Call number | Status | Date due | Barcode |
|---|---|---|---|---|---|
| Analíticos de Periódicos | Biblioteca da Polícia Judiciária | PJCD 311 (Browse shelf) | Available |
Ficheiro de 325 KB em formato PDF.
A internet operou sérias mudanças no modo como se organizaram os movimentos revolucionários, a resistência social e os grupos terroristas, estes últimos com novas características, como é o caso da organização de redes incoerentes, guerras de redes, campanhas de meios de comunicação social e ataques de lobos solitários. O presente artigo discute a tecnologia blockchain (ou distributed ledger technology), a qual atingirá um maior alcance no que respeita à organização da resistência à autoridade. Organizado em três partes, o artigo começa por referir as características da moeda virtual e a sua relação com o crime e o terrorismo; na segunda parte, descreve-se o conceito de organizações autónomas descentralizadas, sendo a este nível a wikileaks um excelente exemplo de organização de resistência social, apontando-se formas inovadoras de mercados ilícitos descentralizados; na terceira e última parte, são abordadas as regulações de natureza governamental.
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