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Especificidades do processo de intervenção com adolescentes agressores sexuais / Ricardo Barroso, Eduarda Ramião, Patrícia Figueiredo

Autor: BARROSO, RicardoCo-autor: RAMIÃO, Eduarda; FIGUEIREDO, PatríciaIn: Revista do CEJ.ISSN 1645-829X. Lisboa. Nº 2 (2.º semestre 2019) , p. 133-145Idioma: Português.Assunto: CRIME SEXUAL | JOVEM | ANÁLISE PSICOLÓGICA | VIOLÊNCIA JUVENIL | CENTRO EDUCATIVO Resumo: Esta comunicação debruça-se sobre as razões que podem levar alguns adolescentes ou jovens, com idades compreendidas entre os 12 e os 18 anos de idade, a terem comportamentos sexualmente agressivos, e os indicadores a ter em conta: consentimento, igualdade e coerção. Aguarda, igualmente, a tipologia de comportamento sexual objeto de avaliação pelo profissional clínico e forense, que varia entre o comportamento sexual típico, o inapropriado e o agressivo, com a compreensão dos aspetos do desenvolvimento sexual normativo que corre durante a infância e a adolescência, com a categorização de 4 tipos de famílias. É fundamental uma intervenção clínica focada no agressor sexual, que atenda às especificidades desenvolvimentais e a essas diferentes tipologias, efetuada por profissionais com formação específica e atualizada sobre intervenção na violência sexual juvenil, e sistematização de procedimentos, concluindo com a experiência portuguesa atual nos Centros Educativos.
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Analíticos de Periódicos Biblioteca da Polícia Judiciária
PJ37271 (Browse shelf) Available

Resumo inserto na publicação.

Esta comunicação debruça-se sobre as razões que podem levar alguns adolescentes ou jovens, com idades compreendidas entre os 12 e os 18 anos de idade, a terem comportamentos sexualmente agressivos, e os indicadores a ter em conta: consentimento, igualdade e coerção. Aguarda, igualmente, a tipologia de comportamento sexual objeto de avaliação pelo profissional clínico e forense, que varia entre o comportamento sexual típico, o inapropriado e o agressivo, com a compreensão dos aspetos do desenvolvimento sexual normativo que corre durante a infância e a adolescência, com a categorização de 4 tipos de famílias. É fundamental uma intervenção clínica focada no agressor sexual, que atenda às especificidades desenvolvimentais e a essas diferentes tipologias, efetuada por profissionais com formação específica e atualizada sobre intervenção na violência sexual juvenil, e sistematização de procedimentos, concluindo com a experiência portuguesa atual nos Centros Educativos.

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