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The secondary global market for hacked data [Recurso eletrónico] / Amit Rechavi, Tamar Berenblum, David Maimon

Autor: RECHAVI, AmitCo-autor: BERENBLUM, Tamar; MAIMON, DavidIn: International Journal of Cyber Criminology.ISSN 0974–2891. Vol. 12, n. 2 (July-December 2018) , p. 408-426Idioma: Inglês.Assunto: CRIME VIA INTERNET | FRAUDE INFORMÁTICA | ESTUDO DE CASOS | MÉTODO DE INVESTIGAÇÃO Resumo: Estudos prévios sobre atividades de hacking em países específicos sugerem que o nível do país é um fator preponderante e que deve ser explorado. Neste sentido, o estudo levado a cabo que prossegue esta linha de pensamento, salienta os resultados e distingue o papel dos hackers nos ciberataques atribuídos aos diferentes países. Tendo como metodologia a modelação das relações entre os endereços IP dos hackers e os endereços IP HP (honeypots), os autores traçam uma rede direcionada do IP do hacker ao IP HP e estabelecem diferenças entre BFA (brute force attacks) em HP e Sessions (system-trespassing incidentes). Tornou-se assim possível construir uma rede global de atividades de hacking, que após processada e analisada, representa a transferência global de dados no seio da comunidade hacker ao nível internacional em que o país representa a unidade.
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Analíticos de Periódicos Biblioteca da Polícia Judiciária
PJCD 292 (Browse shelf) Available

Ficheiro de 1,49 MB em formato PDF.

Estudos prévios sobre atividades de hacking em países específicos sugerem que o nível do país é um fator preponderante e que deve ser explorado. Neste sentido, o estudo levado a cabo que prossegue esta linha de pensamento, salienta os resultados e distingue o papel dos hackers nos ciberataques atribuídos aos diferentes países. Tendo como metodologia a modelação das relações entre os endereços IP dos hackers e os endereços IP HP (honeypots), os autores traçam uma rede direcionada do IP do hacker ao IP HP e estabelecem diferenças entre BFA (brute force attacks) em HP e Sessions (system-trespassing incidentes). Tornou-se assim possível construir uma rede global de atividades de hacking, que após processada e analisada, representa a transferência global de dados no seio da comunidade hacker ao nível internacional em que o país representa a unidade.

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