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Terrorismo e propaganda nos media / Hugo Franco

Autor: FRANCO, HugoIn: Nação e Defesa.ISSN 0870-757X. Lisboa. Nº 152 (2019) , p. 48-57Idioma: Português.Assunto: TERRORISMO | MEIOS DE COMUNICAÇÃO DE MASSAS | MEIOS DE COMUNICAÇÃO DE MASSAS E O PÚBLICO | PROFISSIONAL DA COMUNICAÇÃO Resumo: Realizar a cobertura jornalística de atentados terroristas requer em especial bom senso por parte dos profissionais dos media. Sobretudo para não causar alarme social e poupar as vítimas desses ataques a um duplo sofrimento: o do atentado e o de serem expostas na comunicação social. No entanto, em quase todos os ataques, jornais e televisões cometem erros grosseiros e inadvertidos, mas também de uma forma consciente. Esses erros podem explicar-se em parte pela urgência em dar um exclusivo em primeira mão antes da concorrência, ou simplesmente porque existe a necessidade de fazer aumentar as audiências a todo o custo. Este artigo conta alguns casos-estudo passados no estrangeiro, sobretudo em França, país que tem sido alvo de vários ataques de cariz jihadista nos últimos anos. E, paralelamente, usa a experiência adquirida pelo autor do jornal Expresso nos últimos anos, nestes dossiers delicados e o modus operandi utilizado pelo semanário nas questões ligadas ao terrorismo.
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Analíticos de Periódicos Biblioteca da Polícia Judiciária
PJ37098 (Browse shelf) Available

(*) CD 300. Resumo inserto na publicação.

Realizar a cobertura jornalística de atentados terroristas requer em especial bom senso por parte dos profissionais dos media. Sobretudo para não causar alarme social e poupar as vítimas desses ataques a um duplo sofrimento: o do atentado e o de serem expostas na comunicação social. No entanto, em quase todos os ataques, jornais e televisões cometem erros grosseiros e inadvertidos, mas também de uma forma consciente. Esses erros podem explicar-se em parte pela urgência em dar um exclusivo em primeira mão antes da concorrência, ou simplesmente porque existe a necessidade de fazer aumentar as audiências a todo o custo. Este artigo conta alguns casos-estudo passados no estrangeiro, sobretudo em França, país que tem sido alvo de vários ataques de cariz jihadista nos últimos anos. E, paralelamente, usa a experiência adquirida pelo autor do jornal Expresso nos últimos anos, nestes dossiers delicados e o modus operandi utilizado pelo semanário nas questões ligadas ao terrorismo.

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