Could secondary DNA transfer falsely place someone at the scene of a crime? [Recurso eletrónico] / Cynthia M. Cale ...[et al.]
Autor institucional: COULD SECONDARY DNA TRANSFER FALSELY PLACE SOMEONE AT THE SCENE OF A CRIME?In: Journal of Forensic Sciences.ISSN 0022-1198. Hoboken. Vol. 61, n. 1 (January 2016) , p. 196-203Idioma: Inglês.Assunto: ADN | ANÁLISE DE VESTÍGIOS | CRIMINALÍSTICA Resumo: Estudo que revela como o desenvolvimento das tecnologias de recolha e análise de vestígios de ADN, cada vez mais sensíveis, conseguem detetar com maior acuidade as transferências de ADN secundárias. Após uma experiência em que foram detetadas cerca de 85% de ocorrências de transferências de ADN secundárias – transmitidas a um objeto porque o sujeito secundário apertou a mão ao sujeito primário que de seguida manuseou esse objeto – o estudo levanta questões relativas ao risco de se assumir que o ADN recuperado de um objeto resulta do contacto direto.| Item type | Current location | Call number | Status | Date due | Barcode |
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| Analíticos de Periódicos | Biblioteca da Polícia Judiciária | PJCD 294 (Browse shelf) | Available |
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Estudo que revela como o desenvolvimento das tecnologias de recolha e análise de vestígios de ADN, cada vez mais sensíveis, conseguem detetar com maior acuidade as transferências de ADN secundárias. Após uma experiência em que foram detetadas cerca de 85% de ocorrências de transferências de ADN secundárias – transmitidas a um objeto porque o sujeito secundário apertou a mão ao sujeito primário que de seguida manuseou esse objeto – o estudo levanta questões relativas ao risco de se assumir que o ADN recuperado de um objeto resulta do contacto direto.
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