Revenge pornography [Recurso eletrónico] : the influence of perpetrator-victim sex, observer sex and observer sexting experience on perceptions of seriousness and responsibility / Adrian J. Scott, Jeff Gavin
In: Journal of Criminal Psychology.ISSN 2009-3829. Bingley. Vol. 8, n. 2 (2018) , p. 162-172Idioma: Inglês.Assunto: CRIME SEXUAL | PORNOGRAFIA | VITIMAÇÃO | ANÁLISE PSICOLÓGICA | TECNOLOGIA Resumo: Baseado em estereótipos do papel do género e na teoria de atribuição defensiva, o artigo investiga a influência da experiência entre perpetradores e vítimas sexuais, observadores sexuais e observadores de “sexting” e as perceções que cada um destes grupos tem sobre a seriedade e a atribuição de responsabilidade no contexto da pornografia vingativa. De salientar que os homens são mais propensos a acreditar que a situação era séria quando envolvia um perpetrador do sexo masculino e uma vítima do sexo feminino, e não vice-versa. Todavia, o sexo entre agressor e vítima não influenciou as perceções das mulheres. Os participantes sem experiência de “sexting” eram mais propensos, do que os participantes com experiência de “sexting”, a acreditar que a situação era séria e a responsabilizar a vítima. Apesar de se verificar uma crescente vaga de literatura sobre pornografia vingativa do ponto de vista legal, a pesquisa sobre as perceções de situações de pornografia de vingança ou vingativa é reduzida. Como a utilização de imagens íntimas nos relacionamentos continua a aumentar, torna-se fundamental entender as atitudes das pessoas e os fatores extralegais que as moldam.| Item type | Current location | Call number | Status | Date due | Barcode |
|---|---|---|---|---|---|
| Analíticos de Periódicos | Biblioteca da Polícia Judiciária | PJCD 292 (Browse shelf) | Available |
Ficheiro de 221 KB em formato PDF.
Baseado em estereótipos do papel do género e na teoria de atribuição defensiva, o artigo investiga a influência da experiência entre perpetradores e vítimas sexuais, observadores sexuais e observadores de “sexting” e as perceções que cada um destes grupos tem sobre a seriedade e a atribuição de responsabilidade no contexto da pornografia vingativa. De salientar que os homens são mais propensos a acreditar que a situação era séria quando envolvia um perpetrador do sexo masculino e uma vítima do sexo feminino, e não vice-versa. Todavia, o sexo entre agressor e vítima não influenciou as perceções das mulheres. Os participantes sem experiência de “sexting” eram mais propensos, do que os participantes com experiência de “sexting”, a acreditar que a situação era séria e a responsabilizar a vítima. Apesar de se verificar uma crescente vaga de literatura sobre pornografia vingativa do ponto de vista legal, a pesquisa sobre as perceções de situações de pornografia de vingança ou vingativa é reduzida. Como a utilização de imagens íntimas nos relacionamentos continua a aumentar, torna-se fundamental entender as atitudes das pessoas e os fatores extralegais que as moldam.
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