Gangs, music and the mediatisation of crime [Recurso eletrónico] : expressions, violations and validations / Craig Pinkney, Shona Robinson-Edwards
In: Safer Communities.ISSN 1757-8043. Bingley. Vol. 17, n. 2 (2018) , p. 103-118Idioma: Inglês.Assunto: REDE SOCIAL | GANG DE RUA | CRIMINALIDADE Resumo: A mediatização do mundo atual levanta algumas novas questões no modo como os criminologistas o entendem, analisam e contextualizam. O artigo tem como objetivo relatar pesquisas qualitativas que analisam a forma pela qual algumas redes sociais são utilizadas por membros de gangues. A investigação sobre gangues é baseada, na maioria, na noção de que os gangues são produtos desviantes da desorganização social, embora exista pouca documentação escrita sobre as formas “específicas” de expressão usadas por aqueles que estão associados com os gangues. Como metodologia de trabalho analisou-se, por meio de análise narrativa, o conteúdo lírico de três videoclipes. Há décadas que os vídeos de música têm sido usados como uma forma de expressão. Mais recentemente, em alguns casos, têm sido usados como uma ferramenta para enviar ameaças, promover a cultura de gangues e exibir comportamentos e uso de substâncias ilegais, o que é um conceito relativamente novo, pelo menos no Reino Unido. As redes sociais e videoclipes não são a única razão pela qual houve um aumento da violência entre os jovens, no entanto, o artigo explora mais algumas dessas noções. Os autores sugerem que esta forma de expressão apresenta desafios na compreensão da atividade de gangues num mundo tão envolvido com os meios de comunicação social. A intenção não é criminalizar ainda mais os jovens, mas sim compreender e explorar o fenómeno dos videoclipes e o lugar que ocupam na dinâmica de disseminação de informação pelos gangues.| Item type | Current location | Call number | Status | Date due | Barcode |
|---|---|---|---|---|---|
| Analíticos de Periódicos | Biblioteca da Polícia Judiciária | PJCD 292 (Browse shelf) | Available |
Ficheiro de 210 KB em formato PDF.
A mediatização do mundo atual levanta algumas novas questões no modo como os criminologistas o entendem, analisam e contextualizam. O artigo tem como objetivo relatar pesquisas qualitativas que analisam a forma pela qual algumas redes sociais são utilizadas por membros de gangues. A investigação sobre gangues é baseada, na maioria, na noção de que os gangues são produtos desviantes da desorganização social, embora exista pouca documentação escrita sobre as formas “específicas” de expressão usadas por aqueles que estão associados com os gangues. Como metodologia de trabalho analisou-se, por meio de análise narrativa, o conteúdo lírico de três videoclipes. Há décadas que os vídeos de música têm sido usados como uma forma de expressão. Mais recentemente, em alguns casos, têm sido usados como uma ferramenta para enviar ameaças, promover a cultura de gangues e exibir comportamentos e uso de substâncias ilegais, o que é um conceito relativamente novo, pelo menos no Reino Unido. As redes sociais e videoclipes não são a única razão pela qual houve um aumento da violência entre os jovens, no entanto, o artigo explora mais algumas dessas noções. Os autores sugerem que esta forma de expressão apresenta desafios na compreensão da atividade de gangues num mundo tão envolvido com os meios de comunicação social. A intenção não é criminalizar ainda mais os jovens, mas sim compreender e explorar o fenómeno dos videoclipes e o lugar que ocupam na dinâmica de disseminação de informação pelos gangues.
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