Stalking in Portugal [Recurso eletrónico] : facing a remarkable challenge... / Marlene Matos ...[et al.]
Autor institucional: STALKING IN PortugalIn: Rassegna Italiana di Criminologia.ISSN 2240-8053. Lecce. A. 6, n. 3 (2012) , p. 188-194Idioma: Inglês.Assunto: ASSÉDIO MORAL | ASSÉDIO SEXUAL | VIOLÊNCIA DOMÉSTICA | PRIVACIDADE Resumo: Não há uma definição consensual de stalking, variando de país para país, e até no mesmo país, varia de acordo com os domínios (legal e científico). Este é ainda um tema que gera discussão e controvérsia e que resulta em diferentes medidas e definições científicas. Mesmo assim, atualmente, o stalking é conceitualizado principalmente a partir de uma perspetiva de género (Kamir, 2001; Lowney & Best, 1995) e incluída na violência relacional (Spitzberg, 2002). Apesar dos vários estudos realizados sobre stalking, a vitimização por stalking tem sido investigada através de vários padrões, métodos e amostras. Essa diversidade permite uma compreensão complementar e aprofundada do fenómeno, mas, por outro lado, são difíceis e complexas as comparações apropriadas. Após descrição do quadro geral sobre a vitimização do stalking no contexto internacional, afirmamos que Portugal atravessa um estágio de transição. Neste sentido, o presente artigo analisa o stalking no contexto nacional, focando desenvolvimentos passados e atuais, nomeadamente sociais e científicos. Na medida em que o fenómeno se encontra na agenda judicial, consideramos que em breve o stalking será estabelecido como um fenómeno policial e criminal.| Item type | Current location | Call number | Status | Date due | Barcode |
|---|---|---|---|---|---|
| Analíticos de Periódicos | Biblioteca da Polícia Judiciária | PJCD 294 (Browse shelf) | Available |
Ficheiro de 355 KB em formato PDF.
Não há uma definição consensual de stalking, variando de país para país, e até no mesmo país, varia de acordo com os domínios (legal e científico). Este é ainda um tema que gera discussão e controvérsia e que resulta em diferentes medidas e definições científicas. Mesmo assim, atualmente, o stalking é conceitualizado principalmente a partir de uma perspetiva de género (Kamir, 2001; Lowney & Best, 1995) e incluída na violência relacional (Spitzberg, 2002). Apesar dos vários estudos realizados sobre stalking, a vitimização por stalking tem sido investigada através de vários padrões, métodos e amostras. Essa diversidade permite uma compreensão complementar e aprofundada do fenómeno, mas, por outro lado, são difíceis e complexas as comparações apropriadas. Após descrição do quadro geral sobre a vitimização do stalking no contexto internacional, afirmamos que Portugal atravessa um estágio de transição. Neste sentido, o presente artigo analisa o stalking no contexto nacional, focando desenvolvimentos passados e atuais, nomeadamente sociais e científicos. Na medida em que o fenómeno se encontra na agenda judicial, consideramos que em breve o stalking será estabelecido como um fenómeno policial e criminal.
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