Maritime security strategy and the EU global strategy [Recurso eletrónico] : thinking globally? / Cristiano Cabrita
In: Lusíada. Política Internacional e Segurança.ISSN 1647-1342. Lisboa. N.º 15 (2017) , p. 9-30Idioma: Inglês.Assunto: SEGURANÇA MARÍTIMA | SEGURANÇA EUROPEIA | UNIÃO EUROPEIA Resumo: Hoje, como no passado, o domínio marítimo é de vital importância para a economia da União Europeia (UE). Todavia, recentemente, a segurança da UE tem vindo a ser assolada por um conjunto de novas ameaças, como por exemplo: tensões entre as grandes potências; a pirataria no Corno de Africa; a ameaça terrorista; questões relacionadas com a segurança no Mediterrâneo; a crise de refugiados e o tráfico ilegal de drogas, armas e seres humanos, entre outras. É em torno desta conjuntura que o debate tem evoluído. Para lidar com esta questão, em Junho de 2014, a União Europeia adoptou a sua própria Estratégia de Segurança Marítima (EUMSS). Desde então, a UE tem vindo a autoproclamar-se como um player global no âmbito da segurança marítima. Contudo, o actual contexto diz-nos que este pressuposto encontra-se desfasado da realidade porquanto a existência de uma estratégia global no domínio marítimo ainda está longe de ser alcançada. Sendo assim, e tendo este cenário como pano de fundo, os próximos anos serão cruciais para a ordem sistémica, particularmente, no que concerne à definição do papel da UE como actor global, ou player global. A ordem mundial liberal, construída pelos Estados Unidos após 1945, chegará provavelmente ao seu fim e é imperativo que a UE estabeleça não só uma Estratégia Global para o século XXI, mas também que tenha a capacidade para desenvolver uma grande estratégia que possa, entre outras coisas, apresentar uma estratégia marítima ancorada numa abordagem política colectiva. Neste sentido, procuraremos responder a duas questões: a UE tem uma dimensão global no que diz respeito à sua estratégia marítima? Mais importante, a UE é, ou não, um actor global?| Item type | Current location | Call number | Status | Date due | Barcode |
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| Analíticos de Periódicos | Biblioteca da Polícia Judiciária | PJCD 283 (Browse shelf) | Available |
Ficheiro de 149 KB em formato PDF (22 p.). Resumo inserto na publicação.
Hoje, como no passado, o domínio marítimo é de vital importância para a economia da União Europeia (UE). Todavia, recentemente, a segurança da UE tem vindo a ser assolada por um conjunto de novas ameaças, como por exemplo: tensões entre as grandes potências; a pirataria no Corno de Africa; a ameaça terrorista; questões relacionadas com a segurança no Mediterrâneo; a crise de refugiados e o tráfico ilegal de drogas, armas e seres humanos, entre outras. É em torno desta conjuntura que o debate tem evoluído. Para lidar com esta questão, em Junho de 2014, a União Europeia adoptou a sua própria Estratégia de Segurança Marítima (EUMSS). Desde então, a UE tem vindo a autoproclamar-se como um player global no âmbito da segurança marítima. Contudo, o actual contexto diz-nos que este pressuposto encontra-se desfasado da realidade porquanto a existência de uma estratégia global no domínio marítimo ainda está longe de ser alcançada. Sendo assim, e tendo este cenário como pano de fundo, os próximos anos serão cruciais para a ordem sistémica, particularmente, no que concerne à definição do papel da UE como actor global, ou player global. A ordem mundial liberal, construída pelos Estados Unidos após 1945, chegará provavelmente ao seu fim e é imperativo que a UE estabeleça não só uma Estratégia Global para o século XXI, mas também que tenha a capacidade para desenvolver uma grande estratégia que possa, entre outras coisas, apresentar uma estratégia marítima ancorada numa abordagem política colectiva. Neste sentido, procuraremos responder a duas questões: a UE tem uma dimensão global no que diz respeito à sua estratégia marítima? Mais importante, a UE é, ou não, um actor global?
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