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De la trace à l’étude du crime et vice-versa / Olivier Ribaux

Autor: RIBAUX, OlivierIn: Revue Internationale de Criminologie et de Police Technique et Scientifique.ISSN 1424-4683. Genève. Vol. 69, n. 3 (Juilliet-Septembre 2016) , p. 289-304Idioma: Francês.Assunto: CIÊNCIA FORENSE | VESTÍGIOS | POLÍCIA CIENTÍFICA | CRIMINALÍSTICA Resumo: A criminologia e a ciência forense distanciaram-se durante o século XX. A primeira disciplina permanece fixada às ciências sociais e humanas e a outra desenvolve-se através das ciências da natureza ou da informação. Nesta configuração, a criminologia não dispõe de métodos e de instrumentos adequados de observação e de interpretação do substrato numérico sobre o qual uma variedade de novas atividades criminais se desenvolve. Os atores forenses permanecem discretos neste campo, limitando-se a um papel de auxiliar ao serviço da Justiça. O crime e as investigações numéricas discutem-se preferencialmente em colóquios estritamente centrados na informática. Este sinal indica a necessidade de mudança de perspetiva por forma a ouvir mais resolutamente as disciplinas que estudam o crime e os vestígios num campo que lhes diz respeito. Este artigo propõe algumas possibilidades de integração da ciência forense e da criminologia para renovar as abordagens. Esboça pistas, recordando, por um lado, a atitude dos pioneiros e, por outro, o papel polimorfo, central mas implícito do investigador do local do crime, que coloca à disposição o vestígio e a informação que ele veicula ao serviço da resolução de problemas e do estudo do crime.
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Analíticos de Periódicos Biblioteca da Polícia Judiciária
PJ35866 (Browse shelf) Available

(*) CD 291. Tradução parcial do resumo inserto no artigo.

A criminologia e a ciência forense distanciaram-se durante o século XX. A primeira disciplina permanece fixada às ciências sociais e humanas e a outra desenvolve-se através das ciências da natureza ou da informação. Nesta configuração, a criminologia não dispõe de métodos e de instrumentos adequados de observação e de interpretação do substrato numérico sobre o qual uma variedade de novas atividades criminais se desenvolve. Os atores forenses permanecem discretos neste campo, limitando-se a um papel de auxiliar ao serviço da Justiça. O crime e as investigações numéricas discutem-se preferencialmente em colóquios estritamente centrados na informática. Este sinal indica a necessidade de mudança de perspetiva por forma a ouvir mais resolutamente as disciplinas que estudam o crime e os vestígios num campo que lhes diz respeito. Este artigo propõe algumas possibilidades de integração da ciência forense e da criminologia para renovar as abordagens. Esboça pistas, recordando, por um lado, a atitude dos pioneiros e, por outro, o papel polimorfo, central mas implícito do investigador do local do crime, que coloca à disposição o vestígio e a informação que ele veicula ao serviço da resolução de problemas e do estudo do crime.

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