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la police criminelle et le mensonge / Olivier Guéniat, Fabio Benoît, Raoul Jaccard

Autor: GUÉNIAT, OlivierCo-autor: BENOÎT, Fabio; JACCARD, RaoulIn: Revue Internationale de Criminologie et de Police Technique et Scientifique.ISSN 1424-4683. Genève. Vol. 69, n. 4 (Octobre-Décembre 2016) , p. 459-478Idioma: Francês.Assunto: INTERROGATÓRIO POLICIAL | DEPOIMENTO | TÉCNICAS DE ENTREVISTA | POLÍCIA CRIMINAL | SUÍÇA Resumo: As razões que constantemente impeliram o Homem a tentar descobrir a verdade e a diagnosticar a mentira são tão numerosas como complexas e os métodos evoluíram largamente. Então, como saber se um suspeito vai mentir descaradamente ou vai rapidamente admitir? Por que razão irá ele mentir? A sua versão e as suas alegações serão verificáveis? Poderá ele enganar-se na marcação de um episódio que leve a que possamos pensar que ele está a mentir? A Polícia pode certamente ser considerada um templo de mentira, na medida em que se confronta frequentemente com o que distingue a representação dos conceitos “verdade” e “mentira”. Neste sentido, será a Polícia capaz de detetar as pessoas que mentem? De acordo com que critérios? Terá ela sabido inspirar-se na pesquisa consagrada à mentira? Como é que ela reage face a suspeitos que mentem? Confrontada com a suspeita de mentira, que estratégias são adotadas e aconselhadas? Como transformar as mentiras em vantagens num processo criminal? Importa, portanto, responder a algumas questões e de fazer um ponto de situação sobre o estado do conhecimento policial, das táticas, das técnicas e das estratégias desenvolvidas com os mentirosos.
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Analíticos de Periódicos Biblioteca da Polícia Judiciária
PJ36070 (Browse shelf) Available

(*) CD 291. Tradução parcial do resumo inserto no artigo.

As razões que constantemente impeliram o Homem a tentar descobrir a verdade e a diagnosticar a mentira são tão numerosas como complexas e os métodos evoluíram largamente. Então, como saber se um suspeito vai mentir descaradamente ou vai rapidamente admitir? Por que razão irá ele mentir? A sua versão e as suas alegações serão verificáveis? Poderá ele enganar-se na marcação de um episódio que leve a que possamos pensar que ele está a mentir? A Polícia pode certamente ser considerada um templo de mentira, na medida em que se confronta frequentemente com o que distingue a representação dos conceitos “verdade” e “mentira”. Neste sentido, será a Polícia capaz de detetar as pessoas que mentem? De acordo com que critérios? Terá ela sabido inspirar-se na pesquisa consagrada à mentira? Como é que ela reage face a suspeitos que mentem? Confrontada com a suspeita de mentira, que estratégias são adotadas e aconselhadas? Como transformar as mentiras em vantagens num processo criminal? Importa, portanto, responder a algumas questões e de fazer um ponto de situação sobre o estado do conhecimento policial, das táticas, das técnicas e das estratégias desenvolvidas com os mentirosos.

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