Interpellations et contrôles policiers conflituels : principes tirés de la recherche psychosociale pour la formations des policiers / Raoul Jaccard
In: Revue Internationale de Criminologie et de Police Technique et Scientifique.ISSN 1424-4683. Genève. Vol. 70, n. 3 (Julliet-Septembre 2017) , p. 318-335Idioma: Francês.Assunto: FORMAÇÃO DE PESSOAL DE POLÍCIA | ACTUAÇÃO POLICIAL | POLÍCIA E O PÚBLICO | PSICOLOGIA POLICIAL | TÉCNICA POLICIAL | SUÍÇA Resumo: A situação de interpelação ou de controlo efetuado pela polícia coloca em jogo diferentes fatores que podem gerar uma escalada conflituosa. Se a Polícia não está à altura de controlar o conjunto dos factores em jogo, o conhecimento destes fatores, combinado com a matriz dos instrumentos de comunicação e de gestão das emoções, aumenta significativamente as possibilidades de que a interação possa inadvertidamente passar sem necessidade de utilizar meios de coerção. Baseado em pesquisas realizadas no terreno e em teorias do domínio da psicologia social, este artigo apresenta os princípios ensinados nas escolas de aspirantes a polícia na Suiça francófona. O artigo começa pelas noções de atque identitário e de reactância psicológica face à confrontação com a autoridade. A explicação destes fenómenos psicossociais constitui a base teórica que permite ao polícia compreender o interesse em adotar uma atitude diferente e de evitar parecer autoritário. São abordadas a importância da preparação mental e da maneira de estabelecer uma relação. Como estabelecer uma relação suficiente para poder exercer influência sobre uma pessoa? Como reduzir a tensão face a uma pessoa agressiva e/ou em cólera? Face à recusa de obediência, a partir de que momento o polícia deve fazer uso dos seus meios de coerção? As melhores técnicas de comunicação tornam-se difíceis de utilizar face à cólera. O artigo termina com as principais técnicas de autorregulação mental ensinadas aos aspirantes a polícia.| Item type | Current location | Call number | Status | Date due | Barcode |
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| Analíticos de Periódicos | Biblioteca da Polícia Judiciária | PJ36255 (Browse shelf) | Available |
(*). Tradução parcial do resumo inserto no artigo.
A situação de interpelação ou de controlo efetuado pela polícia coloca em jogo diferentes fatores que podem gerar uma escalada conflituosa. Se a Polícia não está à altura de controlar o conjunto dos factores em jogo, o conhecimento destes fatores, combinado com a matriz dos instrumentos de comunicação e de gestão das emoções, aumenta significativamente as possibilidades de que a interação possa inadvertidamente passar sem necessidade de utilizar meios de coerção. Baseado em pesquisas realizadas no terreno e em teorias do domínio da psicologia social, este artigo apresenta os princípios ensinados nas escolas de aspirantes a polícia na Suiça francófona. O artigo começa pelas noções de atque identitário e de reactância psicológica face à confrontação com a autoridade. A explicação destes fenómenos psicossociais constitui a base teórica que permite ao polícia compreender o interesse em adotar uma atitude diferente e de evitar parecer autoritário. São abordadas a importância da preparação mental e da maneira de estabelecer uma relação. Como estabelecer uma relação suficiente para poder exercer influência sobre uma pessoa? Como reduzir a tensão face a uma pessoa agressiva e/ou em cólera? Face à recusa de obediência, a partir de que momento o polícia deve fazer uso dos seus meios de coerção? As melhores técnicas de comunicação tornam-se difíceis de utilizar face à cólera. O artigo termina com as principais técnicas de autorregulação mental ensinadas aos aspirantes a polícia.
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