O impacto do stress profissional no bem-estar dos polícias [Recurso eletrónico] : estudo comparativo em três unidades policiais da PSP / Susana Monteiro, Rui Abrunhosa Gonçalves
In: Psiquiatria, Psicologia & Justiça.ISSN 2182-9381. [Maia]. Nº 2 (Setembro de 2008) , p. 5-22Idioma: Português.Assunto: STRESS POLICIAL | POLÍCIA DE SEGURANÇA PÚBLICA | SUICÍDIO | ACOMPANHAMENTO PSICOLÓGICO Resumo: Este estudo debruça-se sobre uma amostra de 336 agentes policiais pertencentes a três unidades distintas: banda de Música (BM: n = 100), Corpo de Intervenção (CI: n = 112) e Esquadras de Investigação Criminal (EIC: n = 124), com o objectivo de verificar quais as principais fontes de stress identificadas pelos sujeitos e qual o papel dos estereótipos e das estratégias de “coping” na mediação desse mesmo stress bem como do impacto deste no bem-estar pessoal e familiar dos agentes. Os resultados indicam níveis diferentes de stress consoante a pertença a cada um dos grupos, maioritariamente associados à organização, sendo que são os sujeitos pertencentes às EIC os que maior sintomatologia apresentam aliada a uma auto-percepção mais negativa e com maiores dificuldades de “coping”. Os resultados são discutidos à luz de vários modelos teóricos existentes sendo por fim salientadas as implicações para a prevenção e intervenção junto dos agentes.| Item type | Current location | Call number | Status | Date due | Barcode |
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| Analíticos de Periódicos | Biblioteca da Polícia Judiciária | PJCD 291 (Browse shelf) | Available |
Resumo inserto na publicação.
Este estudo debruça-se sobre uma amostra de 336 agentes policiais pertencentes a três unidades distintas: banda de Música (BM: n = 100), Corpo de Intervenção (CI: n = 112) e Esquadras de Investigação Criminal (EIC: n = 124), com o objectivo de verificar quais as principais fontes de stress identificadas pelos sujeitos e qual o papel dos estereótipos e das estratégias de “coping” na mediação desse mesmo stress bem como do impacto deste no bem-estar pessoal e familiar dos agentes. Os resultados indicam níveis diferentes de stress consoante a pertença a cada um dos grupos, maioritariamente associados à organização, sendo que são os sujeitos pertencentes às EIC os que maior sintomatologia apresentam aliada a uma auto-percepção mais negativa e com maiores dificuldades de “coping”. Os resultados são discutidos à luz de vários modelos teóricos existentes sendo por fim salientadas as implicações para a prevenção e intervenção junto dos agentes.
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