Migrações internacionais, violência e direitos humanos [Recurso eletrónico] / Miguel Santos Neves
In: Anuário JANUS Online. Lisboa. (2014) , p. 104-105Idioma: Português.Assunto: MIGRAÇÃO | VIOLÊNCIA Resumo: "As migrações internacionais são uma das dimensões fundamentais do processo de globalização, a dimensão humana, que tem vindo a crescer não apenas na sua expressão quantitativa, mas também na sua complexidade e no seu impacto. De acordo com as estimativas internacionais, o total de migrantes internacionais atingiu em 2013 os 232 milhões, representando 3,2% da população mundial, predominando com cerca de ¾ (73,8%) pessoas em idade ativa (20-64 anos) e com uma distribuição equilibrada entre sexos (48% mulheres, 52% homens). (...) A maior complexidade resulta da emergência de novos modelos migratórios associados a migrações temporárias e circulares, com retorno ao país de origem e novos ciclos de repetição do processo migratório, alteração do perfil do migrante com crescente envolvimento de pessoas qualificadas e “migração de oportunidade” associada à concretização de investimentos. Estes modelos contrastam e coexistem com o modelo tradicional de migração permanente para um país de destino, essencialmente de mão de-obra não qualificada marcada por uma lógica de “migração de necessidade”."| Item type | Current location | Call number | Status | Date due | Barcode |
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| Analíticos de Periódicos | Biblioteca da Polícia Judiciária | PJCD 298 (Browse shelf) | Available |
Ficheiro de 216 KB em formato PDF (2 p.).
"As migrações internacionais são uma das dimensões fundamentais do processo de globalização, a dimensão humana, que tem vindo a crescer não apenas na sua expressão quantitativa, mas também na sua complexidade e no seu impacto. De acordo com as estimativas internacionais, o total de migrantes internacionais atingiu em 2013 os 232 milhões, representando 3,2% da população mundial, predominando com cerca de ¾ (73,8%) pessoas em idade ativa (20-64 anos) e com uma distribuição equilibrada entre sexos (48% mulheres, 52% homens). (...) A maior complexidade resulta da emergência de novos modelos migratórios associados a migrações temporárias e circulares, com retorno ao país de origem e novos ciclos de repetição do processo migratório, alteração do perfil do migrante com crescente envolvimento de pessoas qualificadas e “migração de oportunidade” associada à concretização de investimentos. Estes modelos contrastam e coexistem com o modelo tradicional de migração permanente para um país de destino, essencialmente de mão de-obra não qualificada marcada por uma lógica de “migração de necessidade”."
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