Poderes e actores no ciberespaço [Recurso eletrónico] / Arnaut Moreira
In: Cyberlaw.ISSN 2183-7295. Lisboa. Nº 3 (2017) , p. 93-107Idioma: Português.Assunto: INTERNET | SEGURANÇA INFORMÁTICA | PRIVACIDADE | PIRATARIA INFORMÁTICA Resumo: A Internet das Coisas começa a revolucionar a forma como nos relacionamos com os objectos que fazem parte do nosso quotidiano. Não apenas estes objectos incorporam módulos de inteligência artificial, mas também estão crescentemente interconectados entre si e com o utilizador. Este mundo do futuro, trazido até nós pela revolução digital e pelas tecnologias das telecomunicações e dos sistemas de informação, não está isento de riscos. A competição entre empresas por disponibilizar novas funcionalidades nos seus equipamentos não tem vindo a ser acompanhada pelo robustecimento dos sistemas de segurança associados, deixando o utilizador exposto, nos seus dados pessoais e na sua vida privada, a práticas simples de hacking. Este artigo procura contribuir para uma melhor percepção dos riscos que corremos e caracterizar o conjunto de actores que utilizam o ciberespaço para as suas actividades. É interessante verificar como num mesmo espaço de interconexão, se podem cruzar motivações e objectivos tão distintos, do mais vulgar dos internautas, ao mais perigoso dos cibercriminosos. E porque informação sempre foi poder, também os Estados e os actores geopolíticos internacionais não deixam de observar atentamente e de interferir neste espaço criado e desenvolvido numa lógica inocente de plataforma de acesso universal à informação.| Item type | Current location | Call number | Status | Date due | Barcode |
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| Analíticos de Periódicos | Biblioteca da Polícia Judiciária | PJCD283 (Browse shelf) | Available |
Ficheiro de 615 KB em formato PDF (15 p.). Resumo inserto na publicação.
A Internet das Coisas começa a revolucionar a forma como nos relacionamos com os objectos que fazem parte do nosso quotidiano. Não apenas estes objectos incorporam módulos de inteligência artificial, mas também estão crescentemente interconectados entre si e com o utilizador. Este mundo do futuro, trazido até nós pela revolução digital e pelas tecnologias das telecomunicações e dos sistemas de informação, não está isento de riscos. A competição entre empresas por disponibilizar novas funcionalidades nos seus equipamentos não tem vindo a ser acompanhada pelo robustecimento dos sistemas de segurança associados, deixando o utilizador exposto, nos seus dados pessoais e na sua vida privada, a práticas simples de hacking. Este artigo procura contribuir para uma melhor percepção dos riscos que corremos e caracterizar o conjunto de actores que utilizam o ciberespaço para as suas actividades. É interessante verificar como num mesmo espaço de interconexão, se podem cruzar motivações e objectivos tão distintos, do mais vulgar dos internautas, ao mais perigoso dos cibercriminosos. E porque informação sempre foi poder, também os Estados e os actores geopolíticos internacionais não deixam de observar atentamente e de interferir neste espaço criado e desenvolvido numa lógica inocente de plataforma de acesso universal à informação.
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