A cooperação técnico-militar entre Portugal e Angola [Recurso eletrónico] / Ruben Cantante
In: Proelium - Revista da Academia Militar.ISSN 1645-8826. Lisboa. Vol. 7, n.º 10 (Janeiro-Junho 2016) , p. 227-244Idioma: Português.Assunto: COOPERAÇÃO INTERNACIONAL | FORÇAS ARMADAS | ANGOLA Resumo: A Cooperação Técnico-Militar (CTM) com Angola foi das cooperações militar a última a ser formalizada por Portugal devido a questões internas angolanas, nomeadamente ao período de guerra civil que este Estado viveu até meados da década de 90. Mesmo sendo o último acordo a ser formalizado, a sua dimensão e importância para a política externa nacional leva o autor a fazer uma análise aprofundada dos moldes em que esta se gere e quais os resultados que têm dela surgido para as partes envolvidas. Do orçamento de Defesa para as CTM cerca de um terço do mesmo é dirigido para a relação bilateral luso-angolana. A CTM com Angola é mantida através da formalização de Programas-Quadro nos quais os envolvidos, através dos seus Ministérios da Defesa Nacional e Ministérios dos Negócios Estrangeiros, se debruçam sobre as áreas e projetos a desenvolver dentro das Forças Armadas Angolanas e qual o papel das Forças Armadas Portuguesas nesse processo. Concluiu-se que o Exército Português contribui com Recursos Humanos, doutrina, atitudes e valores nesta relação bilateral colaborando de forma eficiente para o desenvolvimento das FAA e ainda para a disseminação da língua e cultura portuguesas não só em Angola mas também no mundo. A análise da atual estrutura do PQ para o triénio 2015-2017 afigura-se como um tema bastante viável para futuras investigações.| Item type | Current location | Call number | Status | Date due | Barcode |
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| Analíticos de Periódicos | Biblioteca da Polícia Judiciária | PJCD263 (Browse shelf) | Available |
Resumo inserto no artigo.
A Cooperação Técnico-Militar (CTM) com Angola foi das cooperações militar a última a ser formalizada por Portugal devido a questões internas angolanas, nomeadamente ao período de guerra civil que este Estado viveu até meados da década de 90. Mesmo sendo o último acordo a ser formalizado, a sua dimensão e importância para a política externa nacional leva o autor a fazer uma análise aprofundada dos moldes em que esta se gere e quais os resultados que têm dela surgido para as partes envolvidas. Do orçamento de Defesa para as CTM cerca de um terço do mesmo é dirigido para a relação bilateral luso-angolana. A CTM com Angola é mantida através da formalização de Programas-Quadro nos quais os envolvidos, através dos seus Ministérios da Defesa Nacional e Ministérios dos Negócios Estrangeiros, se debruçam sobre as áreas e projetos a desenvolver dentro das Forças Armadas Angolanas e qual o papel das Forças Armadas Portuguesas nesse processo. Concluiu-se que o Exército Português contribui com Recursos Humanos, doutrina, atitudes e valores nesta relação bilateral colaborando de forma eficiente para o desenvolvimento das FAA e ainda para a disseminação da língua e cultura portuguesas não só em Angola mas também no mundo. A análise da atual estrutura do PQ para o triénio 2015-2017 afigura-se como um tema bastante viável para futuras investigações.
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