Victimización, miedo al delito y cambios en las rutinas cotidianas en un contexto de alta criminalidad, en función del género [Recurso eletrónico] / María Elena Ávila ...[et al.]
Autor institucional: VICTIMIZACIÓN, MIEDO AL DELITO Y CAMBIOS EN LAS RUTINAS COTIDIANAS EN UN CONTEXTO DE ALTA CRIMINALIDAD, EN FUNCIÓN DEL GÉNEROIn: Revista Española de Investigación Criminológica.ISSN 1696-9219. Albacete. Nº 13 (2015) , p. 1-25Idioma: Espanhol.Assunto: VITIMAÇÃO | MEDO DO CRIME | MÉXICO Resumo: O objetivo deste estudo é analisar as relações existentes entre a vitimização, o medo do crime e as mudanças de rotinas em função do género. Participaram 8170 sujeitos (49,9% mulheres e 50,1% homens) com idades entre os 12 e os 60 anos, residentes no Estado de Morales (México), selecionados a partir de uma amostra estratificada proporcional. O instrumento foi uma adaptação do Inquérito Nacional de Vitimização e Perceção de Insegurança (México). Os resultados evidenciam que os sujeitos que foram vítimas mostram maiores taxas do que aqueles que não foram vítimas de medo do crime, mudanças de rotinas e medidas de proteção. Em particular, os homens vítimas denotam uma maior insegurança, adotam mais mudanças à rotina quotidiana e mais medidas de proteção do que as mulheres, o que, em conjunto, nos indica um maior medo do crime. Finalmente, discutem-se as implicações destes resultados.| Item type | Current location | Call number | Status | Date due | Barcode |
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| Analíticos de Periódicos | Biblioteca da Polícia Judiciária | PJCD263 (Browse shelf) | Available |
Tradução parcial do resumo inserto no artigo. Disponível também em: https://www.criminologia.net/pdf/reic/ano13-2015/a132015art4.pdf. Acedido em 20 de julho de 2017.
O objetivo deste estudo é analisar as relações existentes entre a vitimização, o medo do crime e as mudanças de rotinas em função do género. Participaram 8170 sujeitos (49,9% mulheres e 50,1% homens) com idades entre os 12 e os 60 anos, residentes no Estado de Morales (México), selecionados a partir de uma amostra estratificada proporcional. O instrumento foi uma adaptação do Inquérito Nacional de Vitimização e Perceção de Insegurança (México). Os resultados evidenciam que os sujeitos que foram vítimas mostram maiores taxas do que aqueles que não foram vítimas de medo do crime, mudanças de rotinas e medidas de proteção. Em particular, os homens vítimas denotam uma maior insegurança, adotam mais mudanças à rotina quotidiana e mais medidas de proteção do que as mulheres, o que, em conjunto, nos indica um maior medo do crime. Finalmente, discutem-se as implicações destes resultados.
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