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DNA databases as alternative data sources for criminological research [Recurso eletrónico] / Sabine De Moor, Tom Vander Beken, Stijn Van Daele

Autor: MOOR, Sabine DeCo-autor: BEKEN, Tom Vander; VAN DAELE, StijnIn: European Journal on Criminal Policy and Research.ISSN 0928-1371. (16 August 2016) , p. 1-18Idioma: Inglês.Assunto: ADN | BASE DE DADOS | REDE CRIMINOSA | METODOLOGIAS Resumo: O ADN recolhido e armazenado em bases de dados pode servir para o estudo de padrões de comportamento criminoso. É proposta uma abordagem à pesquisa criminológica que tome em consideração as bases de dados de ADN, que possua o potencial de aumentar os métodos atuais e ampliar o conhecimento existente que vá além dos infractores conhecidos. O uso de bases de dados de ADN tem uma vantagem importante para a pesquisa criminológica: é possível vincular crimes cometidos pelo mesmo indivíduo, independentemente da sua identidade ser ou não conhecida. Ao fazer uma comparação individual de dados da polícia com os dados de ADN correspondentes, não somente os co-infratores podem ser estudados, mas uma rede maior de infratores conectados entre si poderá igualmente ser analisada, mesmo que a sua identidade seja desconhecida da polícia.
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Analíticos de Periódicos Biblioteca da Polícia Judiciária
PJCD 283 (Browse shelf) Available

Ficheiro de 631 KB em formato PDF (18 p.).

O ADN recolhido e armazenado em bases de dados pode servir para o estudo de padrões de comportamento criminoso. É proposta uma abordagem à pesquisa criminológica que tome em consideração as bases de dados de ADN, que possua o potencial de aumentar os métodos atuais e ampliar o conhecimento existente que vá além dos infractores conhecidos. O uso de bases de dados de ADN tem uma vantagem importante para a pesquisa criminológica: é possível vincular crimes cometidos pelo mesmo indivíduo, independentemente da sua identidade ser ou não conhecida. Ao fazer uma comparação individual de dados da polícia com os dados de ADN correspondentes, não somente os co-infratores podem ser estudados, mas uma rede maior de infratores conectados entre si poderá igualmente ser analisada, mesmo que a sua identidade seja desconhecida da polícia.

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