A verdade no local do crime [Recurso eletrónico] : uso de técnicas científicas na investigação criminal / Ivan Chamil Abibo
In: Revista Científica do ISCTAC.ISSN 2519-7207. Beira, Moçambique. Vol. 3, nº 08, ano III (Abril-Junho de 2016) , p. 34-41Idioma: Português.Assunto: INVESTIGAÇÃO CRIMINAL | LOCAL DO CRIME | POLÍCIA DE INVESTIGAÇÃO CRIMINAL | MOÇAMBIQUE Resumo: O presente artigo tende a realçar os aspectos preliminares sobre a co-relação entre o local do crime e o local em que foi encontrado o corpo, como também, a relevância da presença de peritos (formados e dotados de conhecimento científico) ligados à área de Entomologia Forense e de Medicina-Legal no local de sucesso acompanhados pela Polícia de Investigação criminal (PIC) como meio de prossecução das investigações e que tem demonstrado ultimamente uma presumível falha na base fundamental (métodos investigativos) para que as investigações em torno de um delito sejam de facto investigações criminais no nosso país, e provavelmente a cadeia de custódia esteja a ser afectada pela insolvência da parte de quem de direito deste factor primordial na percussão das reais intenções que levaram a morte de um cidadão. Do caso reportado no Diário de Moçambique do dia 09 de Fevereiro de 2015, é um dos exemplos dessa realidade, que dava conta que um corpo que foi encontrado “achado” no bairro da Passagem de nível, na cidade da Beira, com um pé decepado, o que suscitou a preocupação de se debater esses factos, onde se afirma que segundo a opinião da Polícia da República de Moçambique de que pode ter ocorrido por acidente ferroviário e descarta–se a possibilidade de ser por tentativa dos meliantes de encobrimento involuntário de provas e que se realmente leva–se a cabo uma minuciosa investigação no local do crime, poderia–se levantar certas indagações sobre como realmente ocorreu o caso, onde a peritagem seria exaustiva e de forma correcta. A própria reportagem esclareceu o facto de que enquanto o corpo do malogrado se encontrava no local, nenhuma equipa da PIC se fez lá presente, somente um grupo de agentes da corporação ligados a tranquilidade e ordem pública é que foi ao local após horas de exposição do cadáver a varias intervenções da população na tentativa de preservar o que restava do cidadão ora encontrado (contaminação do local de crime), esse aspecto sem duvida preocupa, pois, sabe–se, que varias ciências forenses poderiam contribuir para o esclarecimento desse e de outros casos que estão ocorrer em outras regiões do território nacional.| Item type | Current location | Call number | Status | Date due | Barcode |
|---|---|---|---|---|---|
| Analíticos de Periódicos | Biblioteca da Polícia Judiciária | PJCD 269 (Browse shelf) | Available |
Ficheiro de 535 KB em formato PDF (8 p.). Resumo inserto na publicação.
O presente artigo tende a realçar os aspectos preliminares sobre a co-relação entre o local do crime e o local em que foi encontrado o corpo, como também, a relevância da presença de peritos (formados e dotados de conhecimento científico) ligados à área de Entomologia Forense e de Medicina-Legal no local de sucesso acompanhados pela Polícia de Investigação criminal (PIC) como meio de prossecução das investigações e que tem demonstrado ultimamente uma presumível falha na base fundamental (métodos investigativos) para que as investigações em torno de um delito sejam de facto investigações criminais no nosso país, e provavelmente a cadeia de custódia esteja a ser afectada pela insolvência da parte de quem de direito deste factor primordial na percussão das reais intenções que levaram a morte de um cidadão. Do caso reportado no Diário de Moçambique do dia 09 de Fevereiro de 2015, é um dos exemplos dessa realidade, que dava conta que um corpo que foi encontrado “achado” no bairro da Passagem de nível, na cidade da Beira, com um pé decepado, o que suscitou a preocupação de se debater esses factos, onde se afirma que segundo a opinião da Polícia da República de Moçambique de que pode ter ocorrido por acidente ferroviário e descarta–se a possibilidade de ser por tentativa dos meliantes de encobrimento involuntário de provas e que se realmente leva–se a cabo uma minuciosa investigação no local do crime, poderia–se levantar certas indagações sobre como realmente ocorreu o caso, onde a peritagem seria exaustiva e de forma correcta. A própria reportagem esclareceu o facto de que enquanto o corpo do malogrado se encontrava no local, nenhuma equipa da PIC se fez lá presente, somente um grupo de agentes da corporação ligados a tranquilidade e ordem pública é que foi ao local após horas de exposição do cadáver a varias intervenções da população na tentativa de preservar o que restava do cidadão ora encontrado (contaminação do local de crime), esse aspecto sem duvida preocupa, pois, sabe–se, que varias ciências forenses poderiam contribuir para o esclarecimento desse e de outros casos que estão ocorrer em outras regiões do território nacional.
There are no comments for this item.