Detecção de manchas de sangue pelo luminol onde houve entintamento das paredes [Recurso eletrónico] : estudo de caso / G.E. Miranda ...[et al.]
Autor institucional: DETECÇÃO DE MANCHAS DE SANGUE PELO LUMINOL ONDE HOUVE ENTINTAMENTO DAS PAREDESIn: Revista Brasileira de Criminalística.ISSN 2237-9223. Brasília. Vol. 5, nº 1 (2016) , p. 14-17Idioma: Português.Assunto: ANÁLISE DE SANGUE | RECOLHA DA PROVA | LOCAL DO CRIME | ANÁLISE LABORATORIAL | POLÍCIA CIENTÍFICA | HOMICÍDIO | BRASIL Resumo: O luminol é um teste presuntivo para detecção de manchas de sangue, muito sensível, efetivo e seletivo. O objetivo deste trabalho é avaliar a eficácia do luminol na detecção de sangue após o entintamento das paredes em um local onde ocorreu um homicídio. Os peritos se dirigiram para a casa do suspeito e com o uso de uma espátula metálica retiraram parte do revestimento da parede do quarto e após nova aplicação do luminol observaram a mancha branco-azulada, intensa e de duração típica de sangue latente. Os fragmentos retirados da parede foram enviados para o laboratório de DNA que confirmou tratar-se de sangue da vítima. A aplicação dessa técnica no caso em questão encontrando manchas de sangue sob a pintura ajudou a perícia a traçar a dinâmica do evento, ficando mais clara a posição da vítima quando foi alvejada com tiros pelo seu agressor além de ligar aquele local à vítima. O luminol não é capaz de detectar sangue que está sob a tinta da parede. A deteção do sangue latente somente ocorre quando a camada de tinta é retirada.| Item type | Current location | Call number | Status | Date due | Barcode |
|---|---|---|---|---|---|
| Analíticos de Periódicos | Biblioteca da Polícia Judiciária | PJCD 269 (Browse shelf) | Available |
Ficheiro de 274 KB em formato PDF (4 p.). Resumo inserto na publicação.
O luminol é um teste presuntivo para detecção de manchas de sangue, muito sensível, efetivo e seletivo. O objetivo deste trabalho é avaliar a eficácia do luminol na detecção de sangue após o entintamento das paredes em um local onde ocorreu um homicídio. Os peritos se dirigiram para a casa do suspeito e com o uso de uma espátula metálica retiraram parte do revestimento da parede do quarto e após nova aplicação do luminol observaram a mancha branco-azulada, intensa e de duração típica de sangue latente. Os fragmentos retirados da parede foram enviados para o laboratório de DNA que confirmou tratar-se de sangue da vítima. A aplicação dessa técnica no caso em questão encontrando manchas de sangue sob a pintura ajudou a perícia a traçar a dinâmica do evento, ficando mais clara a posição da vítima quando foi alvejada com tiros pelo seu agressor além de ligar aquele local à vítima. O luminol não é capaz de detectar sangue que está sob a tinta da parede. A deteção do sangue latente somente ocorre quando a camada de tinta é retirada.
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