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Psychopathy and the cinema : fact or fiction? / Samuel J. Leistedt, Paul Linkowski

Autor: LEISTEDT, Samuel J.Co-autor: LINKOWSKI, PaulIn: Journal of Forensic Sciences.ISSN 0022-1198. Hoboken. Vol. 59, nº 1 (January 2014) , p. 167-174Idioma: Inglês.Assunto: PERFIL PSICOLÓGICO | ANÁLISE PSICOLÓGICA | COMPORTAMENTO DESVIANTE | ARTES DO ESPECTÁCULO | SAÚDE MENTAL Resumo: Investigou-se a relação entre o cinema e a psicopatia com vista a descrever e analisar a representação de personagens psicopatas ficcionais em filmes e na história do cinema. A partir de 400 filmes (1915-2010), foram selecionados com base no realismo e na precisão clínica dos seus perfis, 126 personagens psicopatas ficcionais (21 do sexo feminino e 105 do sexo masculino), tendo os filmes sido analisados por psiquiatras forenses e críticos de cinema. Os subtipos secundário (71%) e manipulativo (48%) foram os mais comuns no grupo feminino, ao passo que os subtipos secundários (51%) e prototípicos (34%) foram os mais comuns no grupo masculino. Correspondendo à crescente compreensão da psicopatia clínica por profissionais de saúde mental ao longo do tempo, a descrição clínica e dados epidemiológicos alusivos a psicopatas ficcionais em filmes de sucesso tornaram-se mais realistas. Os psicopatas fictícios realistas permanecem uma minoria, embora estes filmes constituam um instrumento importante com fins didáticos em instalações académicas.
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Analíticos de Periódicos Biblioteca da Polícia Judiciária
PJ35943 (Browse shelf) Available

(*) CD 294.

Investigou-se a relação entre o cinema e a psicopatia com vista a descrever e analisar a representação de personagens psicopatas ficcionais em filmes e na história do cinema. A partir de 400 filmes (1915-2010), foram selecionados com base no realismo e na precisão clínica dos seus perfis, 126 personagens psicopatas ficcionais (21 do sexo feminino e 105 do sexo masculino), tendo os filmes sido analisados por psiquiatras forenses e críticos de cinema. Os subtipos secundário (71%) e manipulativo (48%) foram os mais comuns no grupo feminino, ao passo que os subtipos secundários (51%) e prototípicos (34%) foram os mais comuns no grupo masculino. Correspondendo à crescente compreensão da psicopatia clínica por profissionais de saúde mental ao longo do tempo, a descrição clínica e dados epidemiológicos alusivos a psicopatas ficcionais em filmes de sucesso tornaram-se mais realistas. Os psicopatas fictícios realistas permanecem uma minoria, embora estes filmes constituam um instrumento importante com fins didáticos em instalações académicas.

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