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La datation des traces digitales (partie II) : proposition d'une approche formelle / Aline Girod, Claude Roux, Céline Weyermann

Autor: GIROD, AlineCo-autor: ROUX, Claude; WEYERMANN, CélineIn: Revue Internationale de Criminologie et de Police Technique et Scientifique.ISSN 1424-4683. Genève. Vol. 67, nº 2 (Avril-Juin 2014) , p. 226-249Idioma: Francês.Assunto: LOFOSCOPIA | LOCAL DO CRIME | METODOLOGIAS Resumo: “Qual é a idade desta impressão digital?” Esta questão é levantada em Tribunal com relativa frequência, quando o suspeito admite ter deixado as suas impressões digitais num local de crime, mas afirma que as mesmas ali foram deixadas num momento diferente daquele a que o crime foi cometido e por razões inocentes. A primeira parte deste artigo colocou em evidência a atual falta de consenso nas respostas dadas pelos peritos deste domínio a esta questão. Esta disparidade no tratamento dos casos de datação das impressões digitais é o resultado da ausência de qualquer metodologia devidamente validada e aceite pela comunidade forense. Esta segunda parte propõe um método para a datação de impressões digitais baseado na investigação sobre o envelhecimento dos compostos lípidos detetados.
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Analíticos de Periódicos Biblioteca da Polícia Judiciária
PJ35830 (Browse shelf) Available

(*). Continuação do artigo publicado no Vol. 66, nº 3 (Julliet-Septembre 2013). Tradução parcial do resumo inserto no artigo.

“Qual é a idade desta impressão digital?” Esta questão é levantada em Tribunal com relativa frequência, quando o suspeito admite ter deixado as suas impressões digitais num local de crime, mas afirma que as mesmas ali foram deixadas num momento diferente daquele a que o crime foi cometido e por razões inocentes. A primeira parte deste artigo colocou em evidência a atual falta de consenso nas respostas dadas pelos peritos deste domínio a esta questão. Esta disparidade no tratamento dos casos de datação das impressões digitais é o resultado da ausência de qualquer metodologia devidamente validada e aceite pela comunidade forense. Esta segunda parte propõe um método para a datação de impressões digitais baseado na investigação sobre o envelhecimento dos compostos lípidos detetados.

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