Delinquência juvenil feminina a várias vozes [Recurso eletrónico] : contributos para a construção de uma tipologia de percursos transgressivos / Vera Duarte
In: Sociologia, problemas e práticas.ISSN 0873-6529. Lisboa. N.º 78 (2015) , p. 49-66Idioma: Português.Assunto: ORGANIZAÇÃO TUTELAR DE MENORES | CRIMINALIDADE FEMININA Resumo: Em resposta ao predomínio masculino nos estudos sobre delinquência juvenil, este artigo explora uma das suas faces invisíveis, aquela que é praticada por raparigas. Discutindo a “história única” que se tem construído sobre a delinquência juvenil feminina, apresentam-se resultados de uma pesquisa qualitativa, realizada no âmbito de uma tese de doutoramento, sobre experiências e significados da transgressão nos percursos de vida de raparigas em cumprimento de medidas tutelares educativas em Portugal. A elaboração de retratos sociológicos, a partir da análise dos processos individuais e das entrevistas realizadas, permitiu traçar perfis de percursos transgressivos que mostram a heterogeneidade da delinquência feminina e (re)colocam as jovens como sujeitos sociais.| Item type | Current location | Call number | Status | Date due | Barcode |
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| Analíticos de Periódicos | Biblioteca da Polícia Judiciária | PJRevistas em formato electronico - MM (Browse shelf) | Available |
Resumo inserto no artigo. Ficheiro de 1,40 MB em formato PDF (27 p.). Disponível também em: https://www.scielo.mec.pt/pdf/spp/n78/n78a03.pdf. Acedido a 17 de novembro de 2015.
Em resposta ao predomínio masculino nos estudos sobre delinquência juvenil, este artigo explora uma das suas faces invisíveis, aquela que é praticada por raparigas. Discutindo a “história única” que se tem construído sobre a delinquência juvenil feminina, apresentam-se resultados de uma pesquisa qualitativa, realizada no âmbito de uma tese de doutoramento, sobre experiências e significados da transgressão nos percursos de vida de raparigas em cumprimento de medidas tutelares educativas em Portugal. A elaboração de retratos sociológicos, a partir da análise dos processos individuais e das entrevistas realizadas, permitiu traçar perfis de percursos transgressivos que mostram a heterogeneidade da delinquência feminina e (re)colocam as jovens como sujeitos sociais.
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