Electrochemical detection of illicit drugs [Recurso eletrónico] / Cristina M. Cordas… [et al.]
Autor institucional: ELECTROCHEMICAL DETECTION OF ILLICIT DRUGSIn: Prisma.com.ISSN 1646-3153. Porto. Nº 28 (2015) , p. 153-159Idioma: Inglês.Assunto: DETECÇÃO DE DROGA | ANÁLISE DE DROGA | ANÁLISE LABORATORIAL | ESTUDO DE CASOS Resumo: A capacidade de efetuar, no local, em tempo real, operações de monitorização de drogas, tem sido perseguida há décadas, não só para controlar e seguir o seu consumo, mas também devido à sua potencial interação com outros químicos (por ex.º farmacêuticos). É, hoje em dia, um sério problema de saúde pública devido à crescente presença de contaminantes, identificados nas amostras de droga, em particular nas drogas recreativas, afetando principalmente os jovens. A identificação e quantificação de drogas em amostras biológicas, contudo, requer um vasto compromisso de mão-de-obra e de tempo nos laboratórios forenses. Têm sido desenvolvidas novas abordagens combinando sensores eletroquímicos microfabricados e metodologias clássicas, como HPLC, visando alcançar métodos efetivos de monitorização de drogas com alta especificidade, fáceis de utilizar e reutilizar, baixando o custo da análise. Este trabalho aborda estas novas metodologias comparando-as com os métodos analíticos clássicos.| Item type | Current location | Call number | Status | Date due | Barcode |
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| Analíticos de Periódicos | Biblioteca da Polícia Judiciária | PJCD263 (Browse shelf) | Available |
Tradução parcial do resumo inserto no artigo. Ficheiro de 2,16 MB em formato PDF (249 p.). Disponível através de: https://www.academiamilitar.pt/images/ficheirosPDF/proelium%20com%20capa%20e%20contra%20capa.pdf. Acedido a 16 de novembro de 2015.
A capacidade de efetuar, no local, em tempo real, operações de monitorização de drogas, tem sido perseguida há décadas, não só para controlar e seguir o seu consumo, mas também devido à sua potencial interação com outros químicos (por ex.º farmacêuticos). É, hoje em dia, um sério problema de saúde pública devido à crescente presença de contaminantes, identificados nas amostras de droga, em particular nas drogas recreativas, afetando principalmente os jovens. A identificação e quantificação de drogas em amostras biológicas, contudo, requer um vasto compromisso de mão-de-obra e de tempo nos laboratórios forenses. Têm sido desenvolvidas novas abordagens combinando sensores eletroquímicos microfabricados e metodologias clássicas, como HPLC, visando alcançar métodos efetivos de monitorização de drogas com alta especificidade, fáceis de utilizar e reutilizar, baixando o custo da análise. Este trabalho aborda estas novas metodologias comparando-as com os métodos analíticos clássicos.
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