Managing the crime scene [Recurso eletrónico] : a comparative analysis between Portugal and UK science and justice / Susana Costa
In: CS Eye. (January 2015) , p. 1-13Idioma: Inglês.Assunto: ADN | PRESERVAÇÃO DA PROVA | RECOLHA DA PROVA | ANÁLISE DE VESTÍGIOS | LOCAL DO CRIME | ORGÃO DE POLÍCIA CRIMINAL | REINO UNIDO Resumo: É problematizada a realização das análises de ADN pelos Órgãos de Polícia Criminal (OPC) em Portugal e no Reino Unido. Entrevistados 17 indivíduos com experiência em investigação criminal procede-se a uma reflexão sobre este processo tecnológico que coloca os OPC entre a ciência e a justiça. A autora conclui que a responsabilidade em Portugal por uma cientifização deficiente não se deve à atuação da polícia de proximidade, parecendo a causa mais profunda e atuando num círculo vicioso. A partir das entrevistas realizadas foi possível compreender que estes OPC não estão dotados de recursos humanos e formação para intervir no local do crime. Os profissionais da PJ argumentam que as funções dos OPC de proximidade, embora sejam de extrema relevância e aliados indispensáveis na investigação criminal, devem ser limitadas à preservação do local do crime, aguardando pela chegada dos técnicos especializados. Só a cadeia de preservação da prova pode permitir que as amostras de ADN recolhidas se tornem elementos úteis para o sistema de justiça penal.| Item type | Current location | Call number | Status | Date due | Barcode |
|---|---|---|---|---|---|
| Analíticos de Periódicos | Biblioteca da Polícia Judiciária | PJCD 256 (Browse shelf) | Available |
Ficheiro de 497 KB em formato PDF (13 p.). Disponível também em: https://www.cseye.com/content/2015/january/research/portugal. Acedido a 26 de janeiro de 2015.
É problematizada a realização das análises de ADN pelos Órgãos de Polícia Criminal (OPC) em Portugal e no Reino Unido. Entrevistados 17 indivíduos com experiência em investigação criminal procede-se a uma reflexão sobre este processo tecnológico que coloca os OPC entre a ciência e a justiça. A autora conclui que a responsabilidade em Portugal por uma cientifização deficiente não se deve à atuação da polícia de proximidade, parecendo a causa mais profunda e atuando num círculo vicioso. A partir das entrevistas realizadas foi possível compreender que estes OPC não estão dotados de recursos humanos e formação para intervir no local do crime. Os profissionais da PJ argumentam que as funções dos OPC de proximidade, embora sejam de extrema relevância e aliados indispensáveis na investigação criminal, devem ser limitadas à preservação do local do crime, aguardando pela chegada dos técnicos especializados. Só a cadeia de preservação da prova pode permitir que as amostras de ADN recolhidas se tornem elementos úteis para o sistema de justiça penal.
There are no comments for this item.