The EU strategy in tackling organized crime in the framework of multilateralism [Recurso eletrónico] / Daniela Irrera
In: Perspectives on European Politics and Society.ISSN 1568-0258. Vol. 12, nº 4 (december 2011) , p. 407-419Idioma: Inglês.Assunto: POLÍTICA COMUNITÁRIA | POLÍTICA DE COOPERAÇÃO | CRIME ORGANIZADO | CRIME TRANSNACIONAL | TRATADO DE LISBOA | UNIÃO EUROPEIA Resumo: As diferenças de posição face ao crime organizado transnacional por parte dos atores políticos mais importantes - Estados Unidos, UE, Estados-membros da UE e ONU - são significativas e confusas. A UE, em particular, tem desenvolvido uma estratégia baseada quer na experiência dos Estados, quer nos princípios e perceções comuns. O autor defende que no contexto mais amplo do multilateralismo esta estratégia constitui uma mais-valia para o combate ao crime organizado transnacional. É analisada e comparada a estratégia da UE com as posições mais preponderantes dos outros atores políticos. As mudanças introduzidas pelo Tratado de Lisboa são igualmente destacadas. A última parte do artigo apresenta algumas conclusões sobre as perceções do crime organizado no contexto das agendas políticas a um nível global.| Item type | Current location | Call number | Status | Date due | Barcode |
|---|---|---|---|---|---|
| Analíticos de Periódicos | Biblioteca da Polícia Judiciária | PJCD 256 (Browse shelf) | Available |
Ficheiro de 118 KB em formato PDF (13 p.). Disponível também em: https://dx.doi.org/10.1080/15705854.2011.622966
As diferenças de posição face ao crime organizado transnacional por parte dos atores políticos mais importantes - Estados Unidos, UE, Estados-membros da UE e ONU - são significativas e confusas. A UE, em particular, tem desenvolvido uma estratégia baseada quer na experiência dos Estados, quer nos princípios e perceções comuns. O autor defende que no contexto mais amplo do multilateralismo esta estratégia constitui uma mais-valia para o combate ao crime organizado transnacional. É analisada e comparada a estratégia da UE com as posições mais preponderantes dos outros atores políticos. As mudanças introduzidas pelo Tratado de Lisboa são igualmente destacadas. A última parte do artigo apresenta algumas conclusões sobre as perceções do crime organizado no contexto das agendas políticas a um nível global.
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