Adaptação e avaliação de uma intervenção cognitivo-comportamental para meninos vítimas de violência sexual [Recurso eletrónico]
Autor institucional: ADAPTAÇÃO E AVALIAÇÃO DE UMA INTERVENÇÃO COGNITIVO-COMPORTAMENTAL PARA MENINOS VÍTIMAS DE VIOLÊNCIA SEXUALIn: Psicologia: reflexão e crítica.ISSN 1678-7153. Porto Alegre. Vol. 27, n. 3 (2014) , p. 424-433Idioma: Inglês.Assunto: CRIME SEXUAL | CRIME CONTRA CRIANÇAS | ANÁLISE PSICOLÓGICA | ESTUDO DE CASOS | BRASIL Resumo: Objetivou-se adaptar, aplicar e avaliar um modelo de intervenção cognitivo-comportamental para meninos vítimas de Violência Sexual (VS). Participaram três meninos com idades entre oito e 16 anos, vítimas de VS, que foram avaliados antes e após a intervenção com instrumentos psicológicos acerca de transtornos disruptivos, de humor e de ansiedade. A aplicação do modelo foi avaliada por juízes que analisaram os relatos das sessões terapêuticas por meio de seis indicadores. Os resultados indicaram variabilidade no número de sintomas de cada participante. A avaliação da aplicação revelou a adequação do modelo quanto a dois indicadores (Aliança Terapêutica e Autorrevelação), bem como reajustes necessários no modelo adaptado. Esses resultados se constituem como evidências iniciais sobre a ação psicoterapêutica do modelo adaptado.| Item type | Current location | Call number | Status | Date due | Barcode |
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| Analíticos de Periódicos | Biblioteca da Polícia Judiciária | PJCD263 (Browse shelf) | Available |
(*). Resumo inserto na publicação.
Objetivou-se adaptar, aplicar e avaliar um modelo de intervenção cognitivo-comportamental para meninos vítimas de Violência Sexual (VS). Participaram três meninos com idades entre oito e 16 anos, vítimas de VS, que foram avaliados antes e após a intervenção com instrumentos psicológicos acerca de transtornos disruptivos, de humor e de ansiedade. A aplicação do modelo foi avaliada por juízes que analisaram os relatos das sessões terapêuticas por meio de seis indicadores. Os resultados indicaram variabilidade no número de sintomas de cada participante. A avaliação da aplicação revelou a adequação do modelo quanto a dois indicadores (Aliança Terapêutica e Autorrevelação), bem como reajustes necessários no modelo adaptado. Esses resultados se constituem como evidências iniciais sobre a ação psicoterapêutica do modelo adaptado.
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