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A investigação criminal na "Dark Web" / David Silva Ramalho

Autor: RAMALHO, David SilvaIn: Revista de Concorrência e Regulação.ISSN 1647-5801. Coimbra. Ano 4, nº 14-15 (Abril-Setembro 2013) , p. 383-429Idioma: Português.Assunto: PIRATARIA INFORMÁTICA | CRIME VIA INTERNET | CRIME INFORMÁTICO | PROVA DIGITAL | INTERNET | REALIDADE VIRTUAL | TÉCNICA DE INVESTIGAÇÃO CRIMINAL | DIREITO PENAL Resumo: Introdução. I. A "Deep Web" e a "Dark Web". 1. A "Deep Web" e a "Surface Web". 2. A navegação na "Deep Web". 2.1. "Freenet". 2.2. "The Onion Router" (Tor). 3. A incursão da cibercriminalidade na "Deep Web": a "Dark Web" e as "Darknets". 4. As "bitcoins". II. A recolha de prova na "Dark Web". 1. A obtenção de dados informáticos armazenados num sistema informático. 1.1. A revelação expedita de dados de tráfego. 1.2. A injunção para apresentação ou concessão do acesso a dados. 1.3. A apreensão de dados informáticos. 1.3.1. O acesso a dados informáticos publicamente acessíveis. 2. A interceção de comunicações. 3. As ações encobertas em ambiente digital. III. Novos contributos da ciência forense digital e seu enquadramento processual penal. 1. A identificação do suspeito na "Dark Web". 1.1. Analise textual do suspeito na "Dark Web". 1.2. Os ataques de "fingerprinting". 1.3. O recurso a "malware" e a "hyperlink sting operations". 2. Análise de dados informáticos apreendidos na "Dark Web". 2.1. O uso de "metadata". 2.2. "PhotoDNA". Conclusões.
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Analíticos de Periódicos Biblioteca da Polícia Judiciária
PJCD 294 (Browse shelf) Available

Trabalho que corresponde fundamentalmente ao relatório de mestrado em Ciências Jurídico-Criminais, apresentado na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa (2011/2012), no âmbito da disciplina de Direito Processual Penal.

Introdução. I. A "Deep Web" e a "Dark Web". 1. A "Deep Web" e a "Surface Web". 2. A navegação na "Deep Web". 2.1. "Freenet". 2.2. "The Onion Router" (Tor). 3. A incursão da cibercriminalidade na "Deep Web": a "Dark Web" e as "Darknets". 4. As "bitcoins". II. A recolha de prova na "Dark Web". 1. A obtenção de dados informáticos armazenados num sistema informático. 1.1. A revelação expedita de dados de tráfego. 1.2. A injunção para apresentação ou concessão do acesso a dados. 1.3. A apreensão de dados informáticos. 1.3.1. O acesso a dados informáticos publicamente acessíveis. 2. A interceção de comunicações. 3. As ações encobertas em ambiente digital. III. Novos contributos da ciência forense digital e seu enquadramento processual penal. 1. A identificação do suspeito na "Dark Web". 1.1. Analise textual do suspeito na "Dark Web". 1.2. Os ataques de "fingerprinting". 1.3. O recurso a "malware" e a "hyperlink sting operations". 2. Análise de dados informáticos apreendidos na "Dark Web". 2.1. O uso de "metadata". 2.2. "PhotoDNA". Conclusões.

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