Igualdade de género no Ministério da Justiça em Portugal : evidências estatísticas de diferenças homem-mulher na satisfação laboral / Pedro Miguel Alves Ribeiro Correia, Maria Faia Rafael Moreira, Bruno Cardoso Garcia
In: Scientia Ivridica.ISSN 0870-8185. Braga. Tomo 62, n.º 333 (Setembro/Dezembro 2013) , p. 569-590Idioma: Português.Assunto: IGUALDADE DE TRATAMENTO | CONDIÇÕES DE TRABALHO | AVALIAÇÃO DO PESSOAL | HOMEM | MINISTÉRIO DA JUSTIÇA Resumo: Neste artigo são apresentados os resultados de um estudo de lealdade laboral levado a cabo junto dos colaboradores dos serviços da administração direta e indireta do Ministério da Justiça em Portugal, num contexto posterior à entrada em vigor da Lei n.º 66-B/2007, de 28/12. É dado particular enfoque à temática da igualdade de género, utilizando a dicotomia homem-mulher enquanto caso particular da componente disposicional da satisfação. A satisfação laboral foi modelada como uma variável latente composta por quatro variáveis de medida. Os resultados obtidos evidenciam estatisticamente que a satisfação laboral (variável dependente) dos participantes é mais elevada no caso dos homens do que no das mulheres, contrariando diretamente o paradoxo da mulher contente no trabalho ("paradox of the contented working woman").| Item type | Current location | Call number | Status | Date due | Barcode |
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| Analíticos de Periódicos | Biblioteca da Polícia Judiciária | PJ34252 (Browse shelf) | Available |
Neste artigo são apresentados os resultados de um estudo de lealdade laboral levado a cabo junto dos colaboradores dos serviços da administração direta e indireta do Ministério da Justiça em Portugal, num contexto posterior à entrada em vigor da Lei n.º 66-B/2007, de 28/12. É dado particular enfoque à temática da igualdade de género, utilizando a dicotomia homem-mulher enquanto caso particular da componente disposicional da satisfação. A satisfação laboral foi modelada como uma variável latente composta por quatro variáveis de medida. Os resultados obtidos evidenciam estatisticamente que a satisfação laboral (variável dependente) dos participantes é mais elevada no caso dos homens do que no das mulheres, contrariando diretamente o paradoxo da mulher contente no trabalho ("paradox of the contented working woman").
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