Adolescent parricide and psychopathy [Recurso eletrónico] / Wade C. Myers, Eleanor Justen Vo
In: International Journal of Offender Therapy and Comparative Criminology.ISSN 0306-624X. Thousand Oaks, CA. Vol. 56, n.º 5 (August 2012) , p. 715-729Idioma: Inglês.Assunto: PARRICÍDIO | HOMICÍDIO | COMPORTAMENTO DESVIANTE Resumo: Crê-se que a maioria dos casos de parricídio cometidos por jovens resultam do abuso a que estes jovens foram sujeitos, no entanto a maioria das crianças abusadas não mata os progenitores abusadores. Este estudo explorou o papel da psicopatia em 10 adolescentes parricidas julgados em tribunais norte-americanos e que foram submetidos a avaliação psiquiátrica pré-julgamento. Descrevem-se ainda as descobertas psicopatológicas, os comportamentos relacionados com o crime e os resultados judiciais. O stress pós traumático é um elemento comum nos resultados das crianças vítimas de abuso severo. As mortes ocorreram na casa de família, normalmente através de um ataque surpresa com armas de fogo dos próprios pais. Com uma média de vítimas de 1,7 por ocorrência, a vítima mais comum é o progenitor masculino. Os corpos normalmente eram cobertos ou enrolados e deslocados após o homicídio. A qualidade das confissões era, geralmente, superior. Metade das penas recebidas superou os 40 anos, e a “moda” estatística era a condenação a pena perpétua, apesar de 90% serem considerados “bons rapazes” antes do episódio parricida. Há necessidade de estudos mais aprofundados sobre adolescentes parricidas de modo a melhor compreender esta população/amostra (estatística) pouco usual.| Item type | Current location | Call number | Status | Date due | Barcode |
|---|---|---|---|---|---|
| Analíticos de Periódicos | Biblioteca da Polícia Judiciária | PJCD243 (Browse shelf) | Available |
Crê-se que a maioria dos casos de parricídio cometidos por jovens resultam do abuso a que estes jovens foram sujeitos, no entanto a maioria das crianças abusadas não mata os progenitores abusadores. Este estudo explorou o papel da psicopatia em 10 adolescentes parricidas julgados em tribunais norte-americanos e que foram submetidos a avaliação psiquiátrica pré-julgamento. Descrevem-se ainda as descobertas psicopatológicas, os comportamentos relacionados com o crime e os resultados judiciais. O stress pós traumático é um elemento comum nos resultados das crianças vítimas de abuso severo. As mortes ocorreram na casa de família, normalmente através de um ataque surpresa com armas de fogo dos próprios pais. Com uma média de vítimas de 1,7 por ocorrência, a vítima mais comum é o progenitor masculino. Os corpos normalmente eram cobertos ou enrolados e deslocados após o homicídio. A qualidade das confissões era, geralmente, superior. Metade das penas recebidas superou os 40 anos, e a “moda” estatística era a condenação a pena perpétua, apesar de 90% serem considerados “bons rapazes” antes do episódio parricida. Há necessidade de estudos mais aprofundados sobre adolescentes parricidas de modo a melhor compreender esta população/amostra (estatística) pouco usual.
There are no comments for this item.