Normal view MARC view ISBD view

Análise crítica do conceito estratégico de defesa nacional de 2013 / Jorge Silva Paulo

Autor: PAULO, Jorge SilvaIn: Segurança e Defesa.ISSN 1646-6071. Loures. N. 27 (Dezembro 2013 - Fevereiro 2014) , p. 32-44Idioma: Português.Assunto: DEFESA NACIONAL | SEGURANÇA INTERNA Resumo: Neste artigo, analisa-se o novo Conceito Estratégico de Defesa Nacional, aprovado em Abril de 2013 e, de acordo com a Lei de Defesa Nacional, posto em vigor por uma Resolução do Conselho de Ministros. Analisa-se a linguagem usada, notando a confusão que criam as expressões “conceito de ação estratégica nacional” e “estratégia de segurança e defesa nacional”, que vão além dum conceito estratégico de defesa nacional, aquilo que a LDN determina que o Governo produza. Estas expressões sugerem que se visa fundir a segurança interna e a defesa, o que diverge do modelo constitucional. Analisa-se também a ausência de inimigo ou vontades ameaçadoras a Portugal, que tornam o texto muito longo e pouco claro, quando devia estabelecer prioridades quanto à afetação de recursos logo que não cheguem para tudo. Por fim, recomenda a substituição do IDN por um instituto de segurança e estratégia nacionais, pluridisciplinar, que estude a segurança nas suas múltiplas dimensões e de modo integrado.
Tags from this library: No tags from this library for this title. Log in to add tags.
    average rating: 0.0 (0 votes)
Item type Current location Call number Status Date due Barcode
Analíticos de Periódicos Biblioteca da Polícia Judiciária
PJ34129 (Browse shelf) Available

(*). Resumo inserto no artigo.

Neste artigo, analisa-se o novo Conceito Estratégico de Defesa Nacional, aprovado em Abril de 2013 e, de acordo com a Lei de Defesa Nacional, posto em vigor por uma Resolução do Conselho de Ministros. Analisa-se a linguagem usada, notando a confusão que criam as expressões “conceito de ação estratégica nacional” e “estratégia de segurança e defesa nacional”, que vão além dum conceito estratégico de defesa nacional, aquilo que a LDN determina que o Governo produza. Estas expressões sugerem que se visa fundir a segurança interna e a defesa, o que diverge do modelo constitucional. Analisa-se também a ausência de inimigo ou vontades ameaçadoras a Portugal, que tornam o texto muito longo e pouco claro, quando devia estabelecer prioridades quanto à afetação de recursos logo que não cheguem para tudo. Por fim, recomenda a substituição do IDN por um instituto de segurança e estratégia nacionais, pluridisciplinar, que estude a segurança nas suas múltiplas dimensões e de modo integrado.

There are no comments for this item.

Log in to your account to post a comment.