Rotten apples versus rotten barrels in white collar crime [Recurso eletrónico] : a qualitative analysis of white collar offenders in Norway / Petter Gottschalk
In: International Journal of Criminal Justice Sciences.ISSN 0973-5089. Tamil Nadu. Vol. 7, N.º 2, (July-December 2012) , p. 575-590Idioma: Inglês.Assunto: CRIME DE COLARINHO BRANCO | ESTUDO DE CASOS | NORUEGA Resumo: O crime de colarinho branco é um crime financeiro cometido por criminosos de colarinho branco. Casos sensacionais e estudos de crime de colarinho branco, aparecem regularmente na imprensa e em revistas especializadas em crime e ética. É certamente interessante ver comportamentos individuais de atos criminosos de crimes de colarinho branco, apercebidos enquanto “maçãs podres” ou como indicação do falhanço do sistema na empresa, indústria ou sociedade no seu todo. A perspetiva de crime ocupacional favorece o modelo individualista de comportamento desviante, que é um modelo humano falhado de mau comportamento e crime. Esta visão de “maçã podre” do crime de colarinho branco é uma perspetiva confortável de adotar pelas organizações empresariais na medida em que lhes permite apenas olhar para os suspeitos individuais. Na amostra de 255 criminosos de colarinho branco, as “maças podres” tiveram sentenças de prisão, em média, de 2,8 anos, enquanto os restantes foram punidos com apenas 1,9 anos. Esta amostra teve por base dados publicados em jornais na Noruega de 2009 a 2012.| Item type | Current location | Call number | Status | Date due | Barcode |
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| Analíticos de Periódicos | Biblioteca da Polícia Judiciária | PJRevistas em formato electronico - MM (Browse shelf) | Available |
Tradução parcial do resumo inserto no artigo. Disponível também em: https://www.sascv.org/ijcjs/pdfs/Gottschalkijcjs2012iindissue.pdf . Acedido em 29 de abril de 2013.
O crime de colarinho branco é um crime financeiro cometido por criminosos de colarinho branco. Casos sensacionais e estudos de crime de colarinho branco, aparecem regularmente na imprensa e em revistas especializadas em crime e ética. É certamente interessante ver comportamentos individuais de atos criminosos de crimes de colarinho branco, apercebidos enquanto “maçãs podres” ou como indicação do falhanço do sistema na empresa, indústria ou sociedade no seu todo. A perspetiva de crime ocupacional favorece o modelo individualista de comportamento desviante, que é um modelo humano falhado de mau comportamento e crime. Esta visão de “maçã podre” do crime de colarinho branco é uma perspetiva confortável de adotar pelas organizações empresariais na medida em que lhes permite apenas olhar para os suspeitos individuais. Na amostra de 255 criminosos de colarinho branco, as “maças podres” tiveram sentenças de prisão, em média, de 2,8 anos, enquanto os restantes foram punidos com apenas 1,9 anos. Esta amostra teve por base dados publicados em jornais na Noruega de 2009 a 2012.
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