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What can we learn from the Portuguese decriminalization of illicit drugs? [Recurso eletrónico] / Caitlin Elizabeth Hughes, Alex Stevens

Autor: HUGHES, Caitlin ElizabethCo-autor: STEVENS, AlexIn: British Journal of Criminology (The).ISSN 0007-0955. Oxford. Vol. 50, n. 6 (November 2010) , p. 999-1022Idioma: Inglês.Assunto: DESPENALIZAÇÃO DA DROGA | ESTUDO DE CASOS Resumo: O tema da descriminalização das drogas ilícitas é muito debatido, mas raramente foi sujeito a uma análise baseada em provas. Este trabalho examina o caso de Portugal, uma nação que descriminalizou o uso e posse de todas as drogas ilícitas em 1 de Julho de 2001. Com base em avaliações independentes e em entrevistas conduzidas com 13 das partes interessadas chave em 2007 e 2009, analisa criticamente a justiça criminal e os impactos na saúde contra as tendências vindas de Espanha e de Itália. Conclui-se que ao contrário das predições, a descriminalização portuguesa não levou a um aumento do uso de drogas. De fato, provas indicam reduções no uso problemático, nos danos relacionados com a droga e na sobrelotada justiça criminal. O artigo discute estes desenvolvimentos no contexto dos debates sobre a legislação da droga e nas discussões criminológicas da moderna governação.
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Analíticos de Periódicos Biblioteca da Polícia Judiciária
PJCD217 (Browse shelf) Available

Tradução parcial do resumo inserto no artigo.

O tema da descriminalização das drogas ilícitas é muito debatido, mas raramente foi sujeito a uma análise baseada em provas. Este trabalho examina o caso de Portugal, uma nação que descriminalizou o uso e posse de todas as drogas ilícitas em 1 de Julho de 2001. Com base em avaliações independentes e em entrevistas conduzidas com 13 das partes interessadas chave em 2007 e 2009, analisa criticamente a justiça criminal e os impactos na saúde contra as tendências vindas de Espanha e de Itália. Conclui-se que ao contrário das predições, a descriminalização portuguesa não levou a um aumento do uso de drogas. De fato, provas indicam reduções no uso problemático, nos danos relacionados com a droga e na sobrelotada justiça criminal. O artigo discute estes desenvolvimentos no contexto dos debates sobre a legislação da droga e nas discussões criminológicas da moderna governação.

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