Protecting critical information infrastructures / Eduardo Gelbstein
In: Nação e Defesa.ISSN 0870-757X. Lisboa. Nº 133 (2012) , p. 128-146Idioma: Inglês.Assunto: SISTEMA DE INFORMAÇÃO | REDE INFORMÁTICA | TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO | INTERNET | PROTECÇÃO DE INSTALAÇÕES DE SEGURANÇA | PROTECÇÃO E SEGURANÇA DE DADOS Resumo: O recurso aos sistemas de informação na gestão e operação de infraestruturas críticas cresceu exponencialmente em todo o mundo, sendo que atualmente não existem infraestruturas criticas que não dependam fortemente de software, computadores e redes informáticas. Nenhuma tecnologia é perfeita e lidar com erros de sistemas faz parte das responsabilidades daqueles que fornecem e operam esta tecnologia. A ubiquidade das redes globais como a internet criou um desafio adicional: tentativas, por vezes bem sucedidas, de aceder a estas tecnologias por parte de terceiros com a intenção de interromperem estas operações ao abrigo de justificações que vão desde o simples desafio individual, ao ativismo e, potencialmente, a operações de natureza militar ou terrorista. Os desafios associados à proteção de infraestruturas de informação crítica da qual a sociedade depende para funcionar, são variadas e complexas e têm de lidar com componentes passíveis de gerarem erros: pessoas, processos e tecnologia. Este artigo fornece uma visão sobre estes desafios e aponta sugestões e referências quanto às melhores práticas.| Item type | Current location | Call number | Status | Date due | Barcode |
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| Analíticos de Periódicos | Biblioteca da Polícia Judiciária | PJ33120 (Browse shelf) | Available |
(*). Resumo inserto no artigo.
O recurso aos sistemas de informação na gestão e operação de infraestruturas críticas cresceu exponencialmente em todo o mundo, sendo que atualmente não existem infraestruturas criticas que não dependam fortemente de software, computadores e redes informáticas. Nenhuma tecnologia é perfeita e lidar com erros de sistemas faz parte das responsabilidades daqueles que fornecem e operam esta tecnologia. A ubiquidade das redes globais como a internet criou um desafio adicional: tentativas, por vezes bem sucedidas, de aceder a estas tecnologias por parte de terceiros com a intenção de interromperem estas operações ao abrigo de justificações que vão desde o simples desafio individual, ao ativismo e, potencialmente, a operações de natureza militar ou terrorista. Os desafios associados à proteção de infraestruturas de informação crítica da qual a sociedade depende para funcionar, são variadas e complexas e têm de lidar com componentes passíveis de gerarem erros: pessoas, processos e tecnologia. Este artigo fornece uma visão sobre estes desafios e aponta sugestões e referências quanto às melhores práticas.
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