Experiências infantis e risco de abuso físico : mecanismos envolvidos na repetição da violência / Lilian Paula Degobbi Bérgamo, Marina Rezende Bazon
In: Psicologia: reflexão e crítica.ISSN 1678-7153. Porto Alegre. Vol. 24, nº 4 (2011) , p. 710-719Idioma: Português.Assunto: CRIME SEXUAL | MAUS TRATOS CONTRA CRIANÇAS | VIOLÊNCIA CONTRA CRIANÇAS | MÉTODO DE INVESTIGAÇÃO | BRASIL Resumo: Este estudo verificou a transmissão geracional do abuso físico, investigando variáveis relacionadas às práticas educativas e de cuidados recebidas na infância e a qualidade de relacionamento com os pais em dois grupos, um formado por cuidadores notificados aos Conselhos Tutelares (G1) e outro sem histórico de violência contra os filhos (G2). Um percentual significativamente maior de G1 avaliou ter sofrido punição física na infância de forma mais grave e mais frequente que G2, caracterizando abuso físico e/ou psicológico. Ademais, os participantes do G1 avaliaram sua relação com os responsáveis e o ambiente familiar no qual foram criados de modo mais negativo que G2. Os resultados permitiram descrever alguns mecanismos envolvidos na transmissão geracional da violência, oferecendo pistas para a prevenção.| Item type | Current location | Call number | Status | Date due | Barcode |
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| Analíticos de Periódicos | Biblioteca da Polícia Judiciária | PJCD216 (Browse shelf) | Available |
(*). Resumo inserto no artigo.
Este estudo verificou a transmissão geracional do abuso físico, investigando variáveis relacionadas às práticas educativas e de cuidados recebidas na infância e a qualidade de relacionamento com os pais em dois grupos, um formado por cuidadores notificados aos Conselhos Tutelares (G1) e outro sem histórico de violência contra os filhos (G2). Um percentual significativamente maior de G1 avaliou ter sofrido punição física na infância de forma mais grave e mais frequente que G2, caracterizando abuso físico e/ou psicológico. Ademais, os participantes do G1 avaliaram sua relação com os responsáveis e o ambiente familiar no qual foram criados de modo mais negativo que G2. Os resultados permitiram descrever alguns mecanismos envolvidos na transmissão geracional da violência, oferecendo pistas para a prevenção.
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