Entrevista [a] Maria José Morgado / Ana Isabel Cabo
In: Boletim da Ordem dos Advogados.ISSN 0873-4860. Lisboa. N. 88 (Março 2012) , p. 30-37Idioma: Português.Assunto: MINISTÉRIO PÚBLICO | INVESTIGAÇÃO CRIMINAL | CORRUPÇÃO | ENRIQUECIMENTO ILÍCITO | JUSTIÇA E NOVAS TECNOLOGIAS | ESTATUTO DOS MAGISTRADOS DO MP Resumo: Entrevista a Maria José Morgado, diretora do Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP) de Lisboa, na qual advoga a necessidade de novas formas organizativas e novas tecnologias ao serviço do Ministério Público (MP), defende o fim da fase de instrução, a criação de tribunais especializados na criminalidade económica e considera que o crime de enriquecimento ilícito apenas deve ser dirigido aos titulares de cargos públicos. São ainda abordadas as seguintes temáticas: meios e modernização tecnológica do Ministério Público – concentração de meios na grande criminalidade; especialização de tribunais e magistrados; investigação, acusação e condenação da corrupção; proposta de lei para o crime de enriquecimento ilícito; definição das prioridades de investigação criminal; novo mapa judiciário; criação de um DIAP em cada comarca; segredo de justiça, a informática e os meios de comunicação social; opção dos magistrados do MP pelo setor privado; revisão do estatuto dos magistrados do MP.| Item type | Current location | Call number | Status | Date due | Barcode |
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| Analíticos de Periódicos | Biblioteca da Polícia Judiciária | PJ32553 (Browse shelf) | Available |
CD 296.
Entrevista a Maria José Morgado, diretora do Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP) de Lisboa, na qual advoga a necessidade de novas formas organizativas e novas tecnologias ao serviço do Ministério Público (MP), defende o fim da fase de instrução, a criação de tribunais especializados na criminalidade económica e considera que o crime de enriquecimento ilícito apenas deve ser dirigido aos titulares de cargos públicos. São ainda abordadas as seguintes temáticas: meios e modernização tecnológica do Ministério Público – concentração de meios na grande criminalidade; especialização de tribunais e magistrados; investigação, acusação e condenação da corrupção; proposta de lei para o crime de enriquecimento ilícito; definição das prioridades de investigação criminal; novo mapa judiciário; criação de um DIAP em cada comarca; segredo de justiça, a informática e os meios de comunicação social; opção dos magistrados do MP pelo setor privado; revisão do estatuto dos magistrados do MP.
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