Dépistage de drogues à partir d'empreinte digitales : une nouvelle technologie de déceler des métabolites de drogues dans la sueur / Paul Yates
In: Gazette.ISSN 1196-6513. Ottawa. Vol. 74, nº 1 (2012) , p. 20-21Idioma: Francês.Assunto: TESTE DE DROGA | DACTILOSCOPIA | REINO UNIDO Resumo: Os efeitos da toxicodependência na sociedade são muito variados e já estão consideravelmente documentados. Normalmente associada aos crimes violentos e a inúmeros problemas sociais, verificam-se, também, repercussões na produtividade laboral e no aumento do risco de acidentes. A tudo isto se somam os custos com os bens furtados/roubados, com os inquéritos criminais/judiciais e com os eventuais tratamentos de reabilitação. Na tentativa de minimizar todos os efeitos negativos, existem muitos tipos de testes para despiste de drogas, utilizados pelos empregadores e pelas autoridades policiais, baseados em amostras de sangue saliva e urina, ou de cabelo. O presente artigo analisa um novo método/técnica de despiste, desenvolvido na Universidade de "East Anglia", Norwich, Reino Unido, que permite detetar metabólitos de droga nas impressões digitais. A técnica denominada de "intelligent fingerprinting" é não-invasiva, muito rápida, utiliza um aparelho portátil, não necessita de recorrer à preparação de amostras, não exige a manipulação por um técnico especialista, não apresenta qualquer risco biológico e assegura a continuidade da posse, na medida em que permite copiar o dactilograma do dador da amostra.| Item type | Current location | Call number | Status | Date due | Barcode |
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| Analíticos de Periódicos | Biblioteca da Polícia Judiciária | PJ32518 (Browse shelf) | Available |
Os efeitos da toxicodependência na sociedade são muito variados e já estão consideravelmente documentados. Normalmente associada aos crimes violentos e a inúmeros problemas sociais, verificam-se, também, repercussões na produtividade laboral e no aumento do risco de acidentes. A tudo isto se somam os custos com os bens furtados/roubados, com os inquéritos criminais/judiciais e com os eventuais tratamentos de reabilitação. Na tentativa de minimizar todos os efeitos negativos, existem muitos tipos de testes para despiste de drogas, utilizados pelos empregadores e pelas autoridades policiais, baseados em amostras de sangue saliva e urina, ou de cabelo. O presente artigo analisa um novo método/técnica de despiste, desenvolvido na Universidade de "East Anglia", Norwich, Reino Unido, que permite detetar metabólitos de droga nas impressões digitais. A técnica denominada de "intelligent fingerprinting" é não-invasiva, muito rápida, utiliza um aparelho portátil, não necessita de recorrer à preparação de amostras, não exige a manipulação por um técnico especialista, não apresenta qualquer risco biológico e assegura a continuidade da posse, na medida em que permite copiar o dactilograma do dador da amostra.
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