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Psicopatía, violencia y criminalidade : un análisis psicológico-forense, psiquiátrico-legal y criminológico (parte I) / J. M. Pozueco Romero, S. L. Romero Guillena, N. Casas Barquero

Autor: POZUECO ROMERO, J. ManuelCo-autor: ROMERO GUILLENA, S. L.; CASAS BARQUERO, N.In: Cuadernos de Medicina Forense.ISSN 1135-7606. Sevilha. Vol. 17, nº 3 (Julio-Septiembre 2011) , p. 123-136Idioma: Espanhol.Assunto: PERSONALIDADE CRIMINAL | COMPORTAMENTO ANTI-SOCIAL | PSICOLOGIA CRIMINAL | ESTUDO DE CASOS | ESPANHA | SOCIOLOGIA CRIMINAL Resumo: Com mais de 200 anos de história, o conceito de psicopatia tem sofrido uma variada e autêntica metamorfose terminológica. Na primeira parte de dois artigos procede-se a uma revisão, cujo objetivo consistiu no aprofundamento da origem controversa e, por vezes inverificável, do termo “psicopatia”. Por outro lado, após apuradas investigações de natureza empírica realizadas a partir dos anos 70 e essencialmente centradas na população penitenciária, a atualidade tem vindo a referir-se de forma diferenciada no que respeita a psicopatas criminais e a psicopatas integrados. Numa fase final, os autores fazem referência ao facto de se observar um carácter antissocial e comportamental em qualquer delinquente, seja ou não psicopata, embora o carácter antissocial, nem sempre se observe forçosamente entre os designados psicopatas integrados.
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Analíticos de Periódicos Biblioteca da Polícia Judiciária
PJCD216 (Browse shelf) Available

Com mais de 200 anos de história, o conceito de psicopatia tem sofrido uma variada e autêntica metamorfose terminológica. Na primeira parte de dois artigos procede-se a uma revisão, cujo objetivo consistiu no aprofundamento da origem controversa e, por vezes inverificável, do termo “psicopatia”. Por outro lado, após apuradas investigações de natureza empírica realizadas a partir dos anos 70 e essencialmente centradas na população penitenciária, a atualidade tem vindo a referir-se de forma diferenciada no que respeita a psicopatas criminais e a psicopatas integrados. Numa fase final, os autores fazem referência ao facto de se observar um carácter antissocial e comportamental em qualquer delinquente, seja ou não psicopata, embora o carácter antissocial, nem sempre se observe forçosamente entre os designados psicopatas integrados.

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