Existe uma "personalidade" dos criminosos de colarinho branco? / Inês Sousa Guedes, José Cruz
In: Ousar Integrar.ISSN 1647-0109. Lisboa. Ano 4, nº 10 (Setembro 2011) , p. 47-60Idioma: Português.Assunto: CRIME DE COLARINHO BRANCO | PERFIL PSICOLÓGICO | PSICOLOGIA CRIMINAL Resumo: No seguimento dos trabalhos efectuados por Sutherland nos anos 40 sobre o crime de colarinho branco, as abordagens individuais nessa área têm sido postas de parte, destacando-se as teorias dominantes do foro organizacional. A partir dos anos 90, os estudos que procuram estudar a relação entre traços de personalidade e o cometimento de crimes de colarinho branco Têm vindo a aumentar, produzindo-se resultados mistos. Por um lado, um conjunto de investigações conclui pela existência de traços distintos entre criminosos e não criminosos, todavia, outros estudos divergem totalmente dos anteriores. Este artigo tem como objectivo efectuar uma revisão da literatura sobre este tema, procurando-se responder à questão da importância da personalidade enquanto variável explicativa do crime de colarinho branco. Discutir-se-á, de igual modo, as implicações dos estudos anteriores, mais concretamente no que toca à utilização de testes de personalidade para aferir a probabilidade de cometimento de crimes aquando da contratação de empregados para empresas.| Item type | Current location | Call number | Status | Date due | Barcode |
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| Analíticos de Periódicos | Biblioteca da Polícia Judiciária | PJ32369 (Browse shelf) | Available |
(*). Resumo inserto no artigo.
No seguimento dos trabalhos efectuados por Sutherland nos anos 40 sobre o crime de colarinho branco, as abordagens individuais nessa área têm sido postas de parte, destacando-se as teorias dominantes do foro organizacional. A partir dos anos 90, os estudos que procuram estudar a relação entre traços de personalidade e o cometimento de crimes de colarinho branco Têm vindo a aumentar, produzindo-se resultados mistos. Por um lado, um conjunto de investigações conclui pela existência de traços distintos entre criminosos e não criminosos, todavia, outros estudos divergem totalmente dos anteriores. Este artigo tem como objectivo efectuar uma revisão da literatura sobre este tema, procurando-se responder à questão da importância da personalidade enquanto variável explicativa do crime de colarinho branco. Discutir-se-á, de igual modo, as implicações dos estudos anteriores, mais concretamente no que toca à utilização de testes de personalidade para aferir a probabilidade de cometimento de crimes aquando da contratação de empregados para empresas.
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