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Feelings and functions in the fear of crime : applying a new approach to victimization insecurity / Emily Gray, Jonathan Jackson, Stephen Farrall

Autor: GRAY, EmilyCo-autor: JACKSON, Jonathan; FARRALL, StephenIn: British Journal of Criminology (The).ISSN 0007-0955. Oxford. Vol. 51, n. 1 (January 2011) , p. 75-94Idioma: Inglês.Assunto: MEDO DO CRIME | VITIMAÇÃO | SEGURANÇA PÚBLICA | INGLATERRA Resumo: Este trabalho apresenta uma nova definição de medo do crime que integra 2 desenvolvimentos conceptuais no campo da inquirição criminal. A nossa estratégia de medição diferencia-se, em primeiro lugar, entre preocupações específicas e ansiedades difusas nas respostas emocionais ao crime e, em segundo lugar, entre efeitos produtivos e contra produtivos nas atividades subjetivas de bem-estar e precaução. Recorrendo a dados extraídos de um estudo representativo de 7 bairros de Londres, estas distinções são combinadas numa escala ordinal que vai de "sem preocupação", a baixas emoções motivadoras, a frequentes e disfuncionais preocupações com o crime. Demonstramos que diferentes categorias de "medo" têm diferentes correlações e explicam diferentes níveis de variação de confiança pública no policiamento. Concluímos apelando a uma pesquisa mais profunda para desvendar a dinâmica natural do medo do crime sobre o decurso da vida.
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Analíticos de Periódicos Biblioteca da Polícia Judiciária
PJ32361 (Browse shelf) Available

Tradução parcial do resumo inserto no próprio artigo.

Este trabalho apresenta uma nova definição de medo do crime que integra 2 desenvolvimentos conceptuais no campo da inquirição criminal. A nossa estratégia de medição diferencia-se, em primeiro lugar, entre preocupações específicas e ansiedades difusas nas respostas emocionais ao crime e, em segundo lugar, entre efeitos produtivos e contra produtivos nas atividades subjetivas de bem-estar e precaução. Recorrendo a dados extraídos de um estudo representativo de 7 bairros de Londres, estas distinções são combinadas numa escala ordinal que vai de "sem preocupação", a baixas emoções motivadoras, a frequentes e disfuncionais preocupações com o crime. Demonstramos que diferentes categorias de "medo" têm diferentes correlações e explicam diferentes níveis de variação de confiança pública no policiamento. Concluímos apelando a uma pesquisa mais profunda para desvendar a dinâmica natural do medo do crime sobre o decurso da vida.

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