Les sites de réseautage social et la présence des groupes criminels / Carlo Morselli, David Décary-Hétu
In: Revue Internationale de Criminologie et de Police Technique et Scientifique.ISSN 1424-4683. Genève. Vol. 64, n. 4 (Octobre-Décembre 2011) , p. 431-450Idioma: Francês.Assunto: GANG DE RUA | ORGANIZAÇÃO CRIMINOSA | CRIME INFORMÁTICO | CRIME VIA INTERNET | ESTUDO DE CASOS Resumo: Nos últimos anos, os meios de comunicação social veicularam cada vez mais a ideia de que os gangues de rua e algumas organizações criminais se servem da Web para difundir as suas imagens e para facilitar as suas catividades ilícitas. Se alguns casos relatados deixam antever que a Internet e os sítios de criação de redes sociais, em particular, são utilizados por estes grupos para recrutar novos membros, muito poucas pesquisas se demoraram na avaliação e compreensão do fenómeno. O presente estudo propõe-se verificar se uma tal tendência está efetivamente colocada no devido lugar, com auxílio de uma pesquisa por palavras-chave de mais de cinquenta nomes de grupos de gangues de rua, sendo que os três principais sítios de redes sociais (Twitter, Facebook e MySpace) foram escrutinados. Os resultados mostram que a presença de gangues nos sítios de redes sociais está ligada principalmente à promoção de um gangue de rua ou da sua cultura pelos seus membros mas numa base individual. Nada indica que os visitantes destes sítios sejam quer enganados quer manipulados de qualquer maneira. Se os grupos criminais não são proactivos para recrutar membros, os sítios de redes sociais servem para expor os seus modos de vida e as suas operações, a pessoas que, no mundo real, provavelmente não se lhes poderiam juntar.| Item type | Current location | Call number | Status | Date due | Barcode |
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| Analíticos de Periódicos | Biblioteca da Polícia Judiciária | PJ32341 (Browse shelf) | Available |
Tradução do resumo inserto no próprio artigo.
Nos últimos anos, os meios de comunicação social veicularam cada vez mais a ideia de que os gangues de rua e algumas organizações criminais se servem da Web para difundir as suas imagens e para facilitar as suas catividades ilícitas. Se alguns casos relatados deixam antever que a Internet e os sítios de criação de redes sociais, em particular, são utilizados por estes grupos para recrutar novos membros, muito poucas pesquisas se demoraram na avaliação e compreensão do fenómeno. O presente estudo propõe-se verificar se uma tal tendência está efetivamente colocada no devido lugar, com auxílio de uma pesquisa por palavras-chave de mais de cinquenta nomes de grupos de gangues de rua, sendo que os três principais sítios de redes sociais (Twitter, Facebook e MySpace) foram escrutinados. Os resultados mostram que a presença de gangues nos sítios de redes sociais está ligada principalmente à promoção de um gangue de rua ou da sua cultura pelos seus membros mas numa base individual. Nada indica que os visitantes destes sítios sejam quer enganados quer manipulados de qualquer maneira. Se os grupos criminais não são proactivos para recrutar membros, os sítios de redes sociais servem para expor os seus modos de vida e as suas operações, a pessoas que, no mundo real, provavelmente não se lhes poderiam juntar.
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