The evolution of terrorism since 9/11 / Lauren B. O'Brien
In: FBI Law Enforcement Bulletin.ISSN 0014-5688. Washington. Vol. 80, nº 9 (September 2011) , p. 3-10Idioma: Inglês.Assunto: TERRORISMO | ORGANIZAÇÃO TERRORISTA | EXTREMISMO | ISLAMISMO | ESTADOS UNIDOS Resumo: Dez anos após os ataques terroristas de 11 de Setembro de 2001, nos Estados Unidos, a articulista procura compreender as tendências terroristas, analisando a evolução, a complexidade e a diversidade desta ameaça, focando em particular a capacidade de actuação da Al Qaeda, bem como o surgimento do movimento Jihadista à escala global. A partir de exemplos de ataques terroristas (ou tentativas) nos Estados Unidos, revelam-se tendências, tácticas e ferramentas que complicam a miríade de ameaças a enfrentar, persistindo na linha da frente a Al Qaeda e grupos afiliados, em particular, a AQAP ("Al Qaeda in the Arabian Peninsula"), pelo seu radicalismo e sofisticação. Conclui-se com a necessidade de implementação de um modelo de "intelligence" mais proactivo, que identifique claramente as ameaças terroristas e disponibilize os recursos adequados à sua mitigação.| Item type | Current location | Call number | Status | Date due | Barcode |
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| Analíticos de Periódicos | Biblioteca da Polícia Judiciária | PJ32152 (Browse shelf) | Available |
Também disponível em: https://www.fbi.gov/stats-services/publications/law-enforcement-bulletin/september-2011/september-2011-leb.pdf; https://www.fbi.gov/stats-services/publications/law-enforcement-bulletin/september-2011/the-evolution-of-terrorism-since-9-11. Acedido em 28 de Setembro de 2011.
Dez anos após os ataques terroristas de 11 de Setembro de 2001, nos Estados Unidos, a articulista procura compreender as tendências terroristas, analisando a evolução, a complexidade e a diversidade desta ameaça, focando em particular a capacidade de actuação da Al Qaeda, bem como o surgimento do movimento Jihadista à escala global. A partir de exemplos de ataques terroristas (ou tentativas) nos Estados Unidos, revelam-se tendências, tácticas e ferramentas que complicam a miríade de ameaças a enfrentar, persistindo na linha da frente a Al Qaeda e grupos afiliados, em particular, a AQAP ("Al Qaeda in the Arabian Peninsula"), pelo seu radicalismo e sofisticação. Conclui-se com a necessidade de implementação de um modelo de "intelligence" mais proactivo, que identifique claramente as ameaças terroristas e disponibilize os recursos adequados à sua mitigação.
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