Serviços de informações, Portugal (1974-2004) : do dever ser ao ser / Manuel Abrantes
In: Segurança e Defesa. Loures. N. 18 (Julho-Setembro 2011) , p. 22-28Idioma: Português.Assunto: SIEDM | SERVIÇO DE INFORMAÇÕES Resumo: Pretende esta reflexão ser uma aproximação aos Serviços de Informações em Portugal no período compreendido entre o pós-25 de Abril de 1974 e o ano de 2004, data da última reformulação nesta área do Estado. A perspectiva de análise utilizada é a da Ciência Política. O estudo do poder político, sua conquista, exercício e manutenção. Considerando a análise tridimensional do poder político, sede, forma e ideologia. A descrição histórica é essencial à abordagem escolhida. Do dever ser, recolhido nos diplomas legais, ao ser substantivo do poder. Do desejável serviço à Nação e ao Estado, enquanto estrutura natural e legítima desta, ao mais ou menos suportável serviço aos Governos e ao Regime, mais do que à Nação e aos objectivos, ao papel acomodado do Estado, são questões geratrizes da reflexão que assim resumimos.| Item type | Current location | Call number | Status | Date due | Barcode |
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| Analíticos de Periódicos | Biblioteca da Polícia Judiciária | PJ32116 (Browse shelf) | Available |
Resumo inserto no próprio artigo.
Pretende esta reflexão ser uma aproximação aos Serviços de Informações em Portugal no período compreendido entre o pós-25 de Abril de 1974 e o ano de 2004, data da última reformulação nesta área do Estado. A perspectiva de análise utilizada é a da Ciência Política. O estudo do poder político, sua conquista, exercício e manutenção. Considerando a análise tridimensional do poder político, sede, forma e ideologia. A descrição histórica é essencial à abordagem escolhida. Do dever ser, recolhido nos diplomas legais, ao ser substantivo do poder. Do desejável serviço à Nação e ao Estado, enquanto estrutura natural e legítima desta, ao mais ou menos suportável serviço aos Governos e ao Regime, mais do que à Nação e aos objectivos, ao papel acomodado do Estado, são questões geratrizes da reflexão que assim resumimos.
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