Police interviews with suspected paedophiles : a discourse analysis / Kelly Benneworth
In: Discourse & Society.ISSN 1460-3624. Thousand Oaks. Vol. 20, nº 5 (September 2009) , p. 555-569Idioma: Inglês.Assunto: TÉCNICAS DE ENTREVISTA | INTERROGATÓRIO POLICIAL | CRIME SEXUAL | PEDOFILIA | REINO UNIDO Resumo: Feita uma revisão da literatura verificou-se que os princípios do interrogatório policial no Reino Unido não traduzem da forma mais adequada as necessidades do interrogatório a suspeitos de pedofilia. Na verdade, alguns estudos revelam que os funcionários de polícia ao invés de estimularem relatos normalmente ininterruptos dos suspeitos adoptam preferencialmente o modelo que está em conformidade com a lei, o qual é excessivamente preciso. No sentido de explorar o modo como o funcionário de polícia gere este conflito, num cenário de interacção com um suspeito de pedofilia, dá-se a conhecer o interrogatório policial efectuado a um indivíduo de 54 anos suspeito de abuso sexual. Da análise efectuada, a articulista aponta para as dificuldades de interacção enfrentadas pelo entrevistador, sugerindo que no caso de pedófilos seja dado um maior enfoque ao relato sem interrupções.| Item type | Current location | Call number | Status | Date due | Barcode |
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| Analíticos de Periódicos | Biblioteca da Polícia Judiciária | Available |
(*) CD 296.
Feita uma revisão da literatura verificou-se que os princípios do interrogatório policial no Reino Unido não traduzem da forma mais adequada as necessidades do interrogatório a suspeitos de pedofilia. Na verdade, alguns estudos revelam que os funcionários de polícia ao invés de estimularem relatos normalmente ininterruptos dos suspeitos adoptam preferencialmente o modelo que está em conformidade com a lei, o qual é excessivamente preciso. No sentido de explorar o modo como o funcionário de polícia gere este conflito, num cenário de interacção com um suspeito de pedofilia, dá-se a conhecer o interrogatório policial efectuado a um indivíduo de 54 anos suspeito de abuso sexual. Da análise efectuada, a articulista aponta para as dificuldades de interacção enfrentadas pelo entrevistador, sugerindo que no caso de pedófilos seja dado um maior enfoque ao relato sem interrupções.
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