Détection et exploitation des traces de produits stupéfiants : partie I : étude de leurs processus d’échange et de leur utilisation dans un cadre policier / Frédéric Anglada ... [et al.]
In: Revue Internationale de Criminologie et de Police Technique et Scientifique.ISSN 1424-4683. Genève. Vol. 64, nº 2 (Avril-Juin 2011) , p. 213-230Idioma: Francês.Assunto: ESPECTROMETRIA | CÃO DE DETECÇÃO | ANÁLISE DE VESTÍGIOS | DETECÇÃO DE DROGA | ANÁLISE LABORATORIAL Resumo: Artigo que aborda de forma original e inovadora a investigação e exploração dos vestígios de estupefacientes, propondo uma descrição pormenorizada dos fenómenos de transferência e persistência destas partículas, bem como a interpretação dos resultados obtidos através da análise de Espectrometria de Mobilidade Iónica (IMS – Ion Mobility Spectrometry). Realizadas simulações de manipulação e acondicionamento de drogas ilícitas a vários grupos de indivíduos, em função da sua proximidade de contacto com estas substâncias, verificou-se que os que não estão em contacto com drogas ilícitas não apresentam contaminação, ao passo que a manipulação (maioritariamente de cocaína) deixa vestígios que podem ser detectados. Salienta-se o facto dos resultados aqui mencionados permitirem uma aplicação bem sucedida em operações de equipas caninas de combate à droga.| Item type | Current location | Call number | Status | Date due | Barcode |
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| Analíticos de Periódicos | Biblioteca da Polícia Judiciária | Available |
Artigo que aborda de forma original e inovadora a investigação e exploração dos vestígios de estupefacientes, propondo uma descrição pormenorizada dos fenómenos de transferência e persistência destas partículas, bem como a interpretação dos resultados obtidos através da análise de Espectrometria de Mobilidade Iónica (IMS – Ion Mobility Spectrometry). Realizadas simulações de manipulação e acondicionamento de drogas ilícitas a vários grupos de indivíduos, em função da sua proximidade de contacto com estas substâncias, verificou-se que os que não estão em contacto com drogas ilícitas não apresentam contaminação, ao passo que a manipulação (maioritariamente de cocaína) deixa vestígios que podem ser detectados. Salienta-se o facto dos resultados aqui mencionados permitirem uma aplicação bem sucedida em operações de equipas caninas de combate à droga.
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