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Conservação preventiva, porquê? / Maria Luísa Cabral

Autor: CABRAL, Maria LuísaIn: Páginas a&b.ISSN 0873-5670. Lisboa. Nº 15 (2005) , p. 7-27Idioma: Português.Assunto: SISTEMA DOCUMENTAL | ARQUIVÍSTICA | TRATAMENTO DA INFORMAÇÃO | PROTECÇÃO DO PATRIMÓNIO CULTURAL Resumo: O desajustamento existente entre património a salvaguardar e recursos disponíveis para o fazer aconselha a uma intervenção de carácter preventivo. Na longa história das instituições esta atitude nem sempre foi apadrinhada e mesmo hoje não é consensual naquilo que mais interessa, isto é, na própria prática. Todos aqueles que têm a seu cargo a salvaguarda do património e a gestão das colecções devem convencer-se de que não há outra opção. A solução não passa pela reposição de procedimentos e práticas que valorizem o individual em detrimento do conjunto. A salvaguarda do património pressupõe uma intervenção global, sempre interdisciplinar obrigando a uma gestão racional dos recursos existentes na instituição, colocando os departamentos responsáveis pela conservação no coração da instituição. Como acontece com outras disciplinas, a conservação corta a instituição na transversal exigindo técnicos de conservação cada vez mais qualificados.
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Analíticos de Periódicos Biblioteca da Polícia Judiciária
PJ32073 (Browse shelf) Available

Resumo inserto no artigo. N.º dedicado à preservação e conservação.

O desajustamento existente entre património a salvaguardar e recursos disponíveis para o fazer aconselha a uma intervenção de carácter preventivo. Na longa história das instituições esta atitude nem sempre foi apadrinhada e mesmo hoje não é consensual naquilo que mais interessa, isto é, na própria prática. Todos aqueles que têm a seu cargo a salvaguarda do património e a gestão das colecções devem convencer-se de que não há outra opção. A solução não passa pela reposição de procedimentos e práticas que valorizem o individual em detrimento do conjunto. A salvaguarda do património pressupõe uma intervenção global, sempre interdisciplinar obrigando a uma gestão racional dos recursos existentes na instituição, colocando os departamentos responsáveis pela conservação no coração da instituição. Como acontece com outras disciplinas, a conservação corta a instituição na transversal exigindo técnicos de conservação cada vez mais qualificados.

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