Décider
In: Revue Internationale de Criminologie et de Police Technique et Scientifique.ISSN 1424-4683. Genève. Vol. 62, n. 2 (Avril-Juin 2009) , p. 100-113Idioma: Francês.Assunto: ORGANIZAÇÃO JUDICIÁRIA | TOMADA DE DECISÃO | PERITO | SISTEMA DE JUSTIÇA PENAL | VALOR PROBATÓRIO | AFIS | CIÊNCIA FORENSE | SUÍÇA Resumo: Os actores do sistema judicial tomam decisões de diferentes níveis, pelo que a distribuição de papéis e responsabilidades se define por procedimentos e formatos organizativos que por vezes variam entre jurisdições. Assim, dependendo do contexto particular e da natureza da tarefa, o perito forense pode por sua autoria determinar a procura de vestígios nos locais ou avançar com tratamento especial para um determinado vestígio, podendo ainda noutros papéis aconselhar pistas para a investigação ou avaliar o valor probatório de um vestígio em benefício de uma autoridade judicial que terá de proferir uma pena. As escolhas erradas ou menos acertadas podem resultar em erros judiciais e uma vez que a tomada de decisões é feita com base em informações incertas e incompletas, devem os riscos de erro ser devidamente avaliados. O erro “aceitável” torna-se assim um tema essencial, sobretudo quando os sistemas automatizados são susceptíveis de tomar determinadas decisões, particularmente no âmbito do controlo de identidade.| Item type | Current location | Call number | Status | Date due | Barcode |
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| Analíticos de Periódicos | Biblioteca da Polícia Judiciária | PJCD119 (Browse shelf) | Available |
(*). Dossiê especial dedicado à ciência forense. Artigo composto por intervenções dos seguintes autores: Alex Biedermann [La valeur probante des indices matériels en sciences forensiques: l'apport de la recherche axée sur les modèles graphiques probabilistes (Réseaux Bayesiens)]; Simone Gittelson [Comment prendre des décisions rationnelles? Appliquer des réseaux bayesiens et la théorie de la décision en sciences forensiques]; Flore Bochet [Utilisation du système AFIS en mode automatique et ses limites dans le processus de décision d'identification en matière d'empreintes digitales]; Beatrice Schiffer [Est-ce que les sciences forensiques mènent à l'erreur judiciaire?]; Joëlle Vuille [Le rôle de la preuve par ADN dans la justice pénale en Suisse]. Publicação integral disponível em: https://www.polymedia.ch/htdocs/Files/Criminologie/CR-archives/RICPTS_2009-02.pdf. Acedido a 05 de Agosto de 2011.
Os actores do sistema judicial tomam decisões de diferentes níveis, pelo que a distribuição de papéis e responsabilidades se define por procedimentos e formatos organizativos que por vezes variam entre jurisdições. Assim, dependendo do contexto particular e da natureza da tarefa, o perito forense pode por sua autoria determinar a procura de vestígios nos locais ou avançar com tratamento especial para um determinado vestígio, podendo ainda noutros papéis aconselhar pistas para a investigação ou avaliar o valor probatório de um vestígio em benefício de uma autoridade judicial que terá de proferir uma pena. As escolhas erradas ou menos acertadas podem resultar em erros judiciais e uma vez que a tomada de decisões é feita com base em informações incertas e incompletas, devem os riscos de erro ser devidamente avaliados. O erro “aceitável” torna-se assim um tema essencial, sobretudo quando os sistemas automatizados são susceptíveis de tomar determinadas decisões, particularmente no âmbito do controlo de identidade.
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