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In: Revue Internationale de Criminologie et de Police Technique et Scientifique.ISSN 1424-4683. Genève. Vol. 62, n. 2 (Avril-Juin 2009) , p. 49-67Idioma: Francês.Assunto: PERITO | IDENTIFICAÇÃO DE VESTÍGIOS | IDENTIFICAÇÃO JUDICIÁRIA | EXAME À ESCRITA | FALSIFICAÇÃO DE OBRA DE ARTE | DACTILOSCOPIA | CROMATOGRAFIA Resumo: É com grande frequência que o perito forense é chamado a depor. Neste contexto é-lhe acometida a responsabilidade de avaliar a ligação susceptível de sustentar um vestígio com uma fonte imaginária (um indivíduo ou um objecto). Algumas vezes pode igualmente ser solicitado ao perito que examine a relação entre dois vestígios (ambos provenientes da mesma fonte?), que combine indícios ou interprete possíveis actividades que os vestígios recolhidos possam indicar. Baseado no teorema desenvolvido por Bayes sobre a probabilidade das causas, o rácio de verosimilhança (LR) proporciona um equilíbrio entre a posição da acusação e a da defesa. Como tal, a exploração deste modelo sustenta-se na experiência do perito, mas também num considerável volume de dados representativos que devem ser igualmente reunidos, verificando-se ainda uma tendência em explorar os dados armazenados mediante a utilização de sistemas automatizados (impressões digitais, projécteis, etc.). As possibilidades de se extraírem características ainda inexploradas a partir de vestígios, podem aumentar consideravelmente a capacidade de respostas probabilistas por parte dos peritos nas mais variadas circunstâncias que lhes são confiadas pelas autoridades judiciárias.| Item type | Current location | Call number | Status | Date due | Barcode |
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| Analíticos de Periódicos | Biblioteca da Polícia Judiciária | PJCD119 (Browse shelf) | Available |
(*). Dossiê especial dedicado à ciência forense. Artigo composto por intervenções dos seguintes autores: Raymond Marquis et Alexandre Thiéry [Étude de caractères manuscrits: de la caractérisation morphologique à l'individualisation du scripteur]; Isabelle Montani [La contribution de l'expertise de la signature pour l'authentification des oeuvres d'art]; Jean-Michel Carrier [Évaluation probabiliste des traces sur les projectiles à l'aide d'un système automatisé]; Nicole Egli [Utilisation des scores issus d'un système automatisé d'identification par empreintes digitales pour l'évaluation du résultat d'une comparaison entre une trace et une empreinte digitale]; Alexandre Anthonioz [Intégration des caractéristiques de niveau III dans l'évaluation de la preuve dactyloscopique]; Luc Besson [Inférence de source de traces d'essence retrouvées dans des débris d'incendies: évaluation de la contribution de la chromatographie en phase gazeuse couplée à la spectrométrie de masse à rapport isotopique]; Natacha Gentile [Apport de la spectrométrie de masse à rapport isotopique (IRMS) dans l'investigation des charges explosives artisanales]; Diego Pazos [Traçage du GHB: Potentiel et utilité dans l'enquête criminelle]; Catherine Zufferey [L'analyse de la combinaison des indices scientifiques]. Publicação integral disponível em: https://www.polymedia.ch/htdocs/Files/Criminologie/CR-archives/RICPTS_2009-02.pdf. Acedido a 05 de Agosto de 2011.
É com grande frequência que o perito forense é chamado a depor. Neste contexto é-lhe acometida a responsabilidade de avaliar a ligação susceptível de sustentar um vestígio com uma fonte imaginária (um indivíduo ou um objecto). Algumas vezes pode igualmente ser solicitado ao perito que examine a relação entre dois vestígios (ambos provenientes da mesma fonte?), que combine indícios ou interprete possíveis actividades que os vestígios recolhidos possam indicar. Baseado no teorema desenvolvido por Bayes sobre a probabilidade das causas, o rácio de verosimilhança (LR) proporciona um equilíbrio entre a posição da acusação e a da defesa. Como tal, a exploração deste modelo sustenta-se na experiência do perito, mas também num considerável volume de dados representativos que devem ser igualmente reunidos, verificando-se ainda uma tendência em explorar os dados armazenados mediante a utilização de sistemas automatizados (impressões digitais, projécteis, etc.). As possibilidades de se extraírem características ainda inexploradas a partir de vestígios, podem aumentar consideravelmente a capacidade de respostas probabilistas por parte dos peritos nas mais variadas circunstâncias que lhes são confiadas pelas autoridades judiciárias.
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