Combating gangsters online / Matthew O'Deane
In: FBI Law Enforcement Bulletin.ISSN 0014-5688. Washington, DC. Vol. 80, n. 4 (April 2011) , p. 1-7Idioma: Inglês.Assunto: CRIME VIA INTERNET | GANG DE RUA | ESTADOS UNIDOS Resumo: Os membros dos gangues utilizam a Internet com maior assiduidade para as suas actividades criminosas, pelo que as forças de aplicação da lei têm necessidade de adquirir mais competências e desenvolver melhores ferramentas para combater a criminalidade perpetrada via Internet. Dá-se conta da variedade de informações disponíveis nas "Web pages", nos "chats", "e-mails", etc., dos criminosos e do modo como os agentes da lei podem ter acesso a essa informação, nomeadamente, através dos dados de subscrição de um serviço de Internet, dos registos de "IP address", das mensagens privadas, do "photo print" das fotografias enviadas ou dos vídeos colocados nas suas páginas pessoais. Alerta-se para a necessidade do cumprimento de algumas formalidades legais para solicitação de informações sobre determinado suspeito às empresas que disponibilizam serviços de Internet. São apresentados a título de exemplo 3 casos em que a informação obtida foi utilizada pela justiça para acusação e, ou, condenação.| Item type | Current location | Call number | Status | Date due | Barcode |
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| Analíticos de Periódicos | Biblioteca da Polícia Judiciária | PJ31848 (Browse shelf) | Available |
Também disponível em: https://www.fbi.gov/stats-services/publications/law-enforcement-bulletin/april_2011/human_sex_trafficking; https://www.fbi.gov/stats-services/publications/law-enforcement-bulletin/2011pdfs/april11leb. Acedido em 29 de Junho de 2011.
Os membros dos gangues utilizam a Internet com maior assiduidade para as suas actividades criminosas, pelo que as forças de aplicação da lei têm necessidade de adquirir mais competências e desenvolver melhores ferramentas para combater a criminalidade perpetrada via Internet. Dá-se conta da variedade de informações disponíveis nas "Web pages", nos "chats", "e-mails", etc., dos criminosos e do modo como os agentes da lei podem ter acesso a essa informação, nomeadamente, através dos dados de subscrição de um serviço de Internet, dos registos de "IP address", das mensagens privadas, do "photo print" das fotografias enviadas ou dos vídeos colocados nas suas páginas pessoais. Alerta-se para a necessidade do cumprimento de algumas formalidades legais para solicitação de informações sobre determinado suspeito às empresas que disponibilizam serviços de Internet. São apresentados a título de exemplo 3 casos em que a informação obtida foi utilizada pela justiça para acusação e, ou, condenação.
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