Entrevista [a] Boaz Ganor : investigador de contraterrorismo
Autor institucional: ENTREVISTA [A) BOAZ GANORIn: Segurança e Defesa. Lisboa. N. 16 (Janeiro-Março 2011) , p. 56-61Idioma: Português.Assunto: TERRORISMO | EXTREMISMO | ISLAMISMO | SEGURANÇA PÚBLICA Resumo: Entrevista a Boaz Ganor, investigador e dirigente do Instituto de Contraterrorismo, em Israel, na qual apresenta a sua definição de terrorismo, perspectiva futuros objectivos, tácticas e tendências dos principais grupos terroristas e afirma que o terrorismo é um fenómeno ainda em expansão, com motivação religiosa, mas que não é uma guerra entre religiões. Fala sobre os principais factores de radicalização do mundo muçulmano, defendendo que o problema é o islamismo e o jihadismo. Aborda a temática do armamento disponível aos grupos terroristas (alertando para o perigo de ataques químicos) e da capacidade operacional da Al-Qaeda. Passa em revista as dificuldades dos Estados ocidentais democráticos para enfrentar o terrorismo sem passar por cima dos seus valores e princípios no que toca a direitos, liberdades e garantias. Advoga que a melhor estratégia de prevenção é a redução da motivação e da capacidade operacional dos terroristas. Conclui que é necessário educar e informar as populações sobre a complexidade deste fenómeno.| Item type | Current location | Call number | Status | Date due | Barcode |
|---|---|---|---|---|---|
| Analíticos de Periódicos | Biblioteca da Polícia Judiciária | PJ31765 (Browse shelf) | Available |
Entrevista a Boaz Ganor, investigador e dirigente do Instituto de Contraterrorismo, em Israel, na qual apresenta a sua definição de terrorismo, perspectiva futuros objectivos, tácticas e tendências dos principais grupos terroristas e afirma que o terrorismo é um fenómeno ainda em expansão, com motivação religiosa, mas que não é uma guerra entre religiões. Fala sobre os principais factores de radicalização do mundo muçulmano, defendendo que o problema é o islamismo e o jihadismo. Aborda a temática do armamento disponível aos grupos terroristas (alertando para o perigo de ataques químicos) e da capacidade operacional da Al-Qaeda. Passa em revista as dificuldades dos Estados ocidentais democráticos para enfrentar o terrorismo sem passar por cima dos seus valores e princípios no que toca a direitos, liberdades e garantias. Advoga que a melhor estratégia de prevenção é a redução da motivação e da capacidade operacional dos terroristas. Conclui que é necessário educar e informar as populações sobre a complexidade deste fenómeno.
There are no comments for this item.